Em março de 2026, o RINV11 registrou retorno patrimonial de -0,9%, ante +0,6% em fevereiro, com desempenho superior ao IFIX, que caiu -1,1% no mês e +1,3% no anterior. O acumulado desde o início caiu para +52,6%, ainda 160% do IFIX em +31,9%, comparado a +53,6% e +33,3% até fevereiro.
O resultado por cota foi R$1,07, menor que R$1,60 em fevereiro, com distribuição de R$1,10 por cota e dividend yield de 1,0% sobre cota patrimonial de R$107,81. Após distribuição, reserva acumulada ficou em R$1,40 por cota, ante R$1,43 em fevereiro. Receitas totais somaram R$4,65 milhões, versus R$6,93 milhões no mês anterior, com despesas de R$0,45 milhão.
Como fato relevante pós-período, anunciaram a 6ª oferta de cotas de até R$150 milhões, com direito de preferência a partir de 24 de abril e liquidação em 8 de maio, sem plataformas aderentes. Novas cotas ao valor patrimonial de março descontado do dividendo, com custos pagos pela gestora.
Na carteira de FIIs, alocação subiu para 77% do PL ante 76%, com 30 fundos, 56% em recebíveis negociando a 0,86x VP e DY de 14,6% nos últimos 12 meses. Aumentaram posição no IRIM11, agora maior posição, com desconto de 23% ao VP.
Carteira de CRIs passou para 12% do PL ante 10%, com 13 operações e remuneração média de IPCA +11,6% a.a. e CDI +2,2% a.a. Destaques: emissão de Habite-se na segunda torre do CRI Franco Ribeiro (1,1% PL, 40% já amortizado) e no CRI Pinheiro de Sá (1,3% PL, 69% vendido), ambos com amortizações esperadas.
Ações mantiveram 8% do PL. MRVE3 caiu 23,1% e passou de 0,4% para 1,8% do PL após aumento de posição; composição: incorporação 4,3%, shoppings 3,1%, propriedades 0,8%.
Carteira consolidada: FIIs recebíveis 55,8% (era 54,7%), hedge funds 18,2% (estável), lajes 3,2%; CRIs antecipação 6,1%, obras 5,4%, corporativo 0,7%; caixa em fundos de RF 0,9% e compromissadas 1,4%. PL total R$423 milhões, cota patrimonial R$107,81 ante R$109,95 em fevereiro.