Os auditores independentes emitiram opinião sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras do RECR11 em 31 de dezembro de 2025, afirmando que elas apresentam adequadamente a posição patrimonial e financeira do fundo, conforme práticas contábeis brasileiras para FIIs. O patrimônio líquido totalizou R$ 2,352 bilhões, ante R$ 2,371 bilhões em 2024, com ativo total de R$ 2,447 bilhões. Os investimentos em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) representam 94,02% do PL, somando R$ 2,212 bilhões, enquanto cotas de FIIs equivalem a 4% e um imóvel (Morumbi Plaza) a 3,23%.
No exercício, o RECR11 registrou lucro líquido de R$ 284 milhões, contra R$ 117 milhões em 2024, impulsionado por rendimentos de CRIs de R$ 321 milhões e ajustes, menos despesas operacionais de R$ 29 milhões. O lucro por cota foi R$ 10,73 (R$ 4,41 em 2024), com valor patrimonial da cota em R$ 88,96 (R$ 89,68 anterior). O caixa líquido das operações foi negativo em R$ 27 milhões, mas investimentos geraram entrada de R$ 342 milhões via amortizações de CRIs.
O fundo distribuiu R$ 303 milhões em rendimentos (99,6% do resultado apurável), com pagamentos médios de R$ 11,46 por cota. Cotação de fechamento em 30/12/2025 foi R$ 81,99 (R$ 74,54 em 2024). Há promessa de venda de parte do Morumbi Plaza em dezembro de 2025, e o fundo destaca riscos como crédito, liquidez e macroeconômicos na carteira concentrada em CRIs.