No relatório de dezembro de 2025 do RBRY11, o gestor destaca investimentos de R$ 126 milhões no CRI XPLG no primário, com remuneração CDI + 1,55% a.a. e garantias em contratos de locação e compra de galpões logísticos com LTV de 41%, e R$ 78 milhões no CRI Exto II, com CDI + 2,25% a.a., alienação fiduciária, cash sweep e aval de acionista, além de garantias em estoques com LTV de 54%. Esses novos ativos foram alocados em operações compromissadas, que passaram a representar 8,76% do patrimônio líquido, elevando as taxas efetivas para CDI + 2,68% a.a. no XPLG e CDI + 3,44% a.a. no Exto II.
Comparado a novembro, o número de operações caiu de 42 para 40, todas em dia com obrigações, com 96% ancoradas pela RBR, ante 95% no mês anterior. O patrimônio líquido subiu para R$ 1,28 bilhão, com PL por cota em R$ 100,29, contra R$ 1,27 bilhão e R$ 99,54. A duration média aumentou para 2,4 anos, de 2,3 anos, e o LTV médio das garantias ficou em 58%, ante 59%. O spread MTM médio por indexador foi CDI + 4,08% e IPCA + 10,12%, contra CDI + 4,42% e IPCA + 10,03% em novembro, com indexação em 99% CDI e 1,4% inflação, similar aos 98% CDI e 2% inf. de antes.
A distribuição de rendimentos manteve R$ 1,25 por cota, com DY mensal de 1,28% e anualizado de 16,46% sobre cota a mercado de R$ 96,56, ligeiramente abaixo dos 1,29% e 16,61% de novembro (cota R$ 95,74). Nos últimos 12 meses, o dividendo acumulado foi R$ 13,93 por cota, com DY de 14,24%, ante R$ 13,65 e 14,07%. Receitas totais caíram para R$ 15,37 milhões, com juros de CRI em R$ 13,79 milhões, contra R$ 16,60 milhões e R$ 15,36 milhões em novembro. Reserva ficou em R$ 0,12 por cota, de R$ 0,13.
A alocação por estratégia atingiu Core em 83% (ante 82%), Tático 16% (de 17%) e Liquidez 1% (estável), continuando a tendência de crescimento no Core desde abril. Localização das garantias mostrou 46% em São Paulo (58% na capital), ante 40% no estado (68% na capital). Ratings: 39 operações atualizadas (91% do PL), com CRI HM Maxi Campinas mantendo A, similar a novembro. Volume diário médio negociado subiu para R$ 5,9 milhões, de R$ 4,8 milhões, e cotistas para 69.846, de 67.221. Na lista de CRIs, XPLG e Exto II entraram como top 2, com ajustes em montantes de outros como Tael e MOS.