No mês de maio de 2026 o RBRR11 registrou patrimônio líquido de R$ 1.520,7 milhões, equivalente a R$ 93,29 por cota, contra R$ 1.526,1 milhões e R$ 93,63 no mês anterior. O valor de mercado ficou em R$ 1.376,1 milhões ou R$ 84,42 por cota, resultando em múltiplo de 0,90x sobre o valor patrimonial. O número de cotistas subiu de 140.272 para 143.366.
A carteira manteve 99,5% alocada em ativos alvo, sendo 97% em CRIs e operações estruturadas e 2,5% em FIIs, com 0,5% em caixa. A posição em compromissadas reversas, que representava 3,5% do PL em abril, foi integralmente zerada. A rentabilidade média da carteira de CRIs ficou em 15,4% nominal ou IPCA + 9,3%, com prazo médio de 4,0 anos.
O resultado distribuível atingiu R$ 1,05 por cota, com impacto negativo de R$ 0,04 por cota decorrente de vendas de CRIs. O rendimento distribuído foi de R$ 0,95 por cota, elevando a reserva acumulada de R$ 0,31 para R$ 0,41 por cota. No mês, o fundo apresentou desempenho de +2,0%, acima da variação de -1,3% do IFIX.
Foram realizadas reduções nas posições dos CRIs Pátio Malzoni (R$ 15 milhões) e Bem Brasil (R$ 1 milhão), além de redução de R$ 1 milhão no FII FLCR11. Houve ainda venda integral dos CRIs MK IPCA e AG7, no montante de R$ 14,6 milhões. O número de CRIs na carteira passou de 103 para 101.
O relatório atualiza a estratégia de reorganização dos fundos high grade IPCA+ sob gestão do Pátria (PCIP, VCJR, RBRR e RPRI), com reconhecimento de provisões pontuais nas carteiras e indicação de convocação de assembleia geral nas próximas semanas. O watchlist permaneceu inalterado, mantendo apenas o CRI Landsol.
O volume médio diário negociado subiu para R$ 4,5 milhões, contra R$ 4,1 milhões em abril. A alocação em FIIs recuou ligeiramente de 2,6% para 2,5% do PL.