No relatório de junho de 2026 do RBRR11, o patrimônio líquido caiu de R$ 1.520,7 milhões para R$ 1.500,6 milhões, com a cota patrimonial passando de R$ 93,29 para R$ 92,06 e o P/VP de 0,90x para 0,85x. O valor de mercado reduziu de R$ 1.376,1 milhões para R$ 1.275,2 milhões, com a cota de mercado em R$ 78,23.
A alocação em CRI e operações estruturadas diminuiu de 97,0% para 95,3% do PL, enquanto FIIs caíram de 2,5% para 2,2% e o caixa subiu de 0,5% para 2,5%. O yield nominal da carteira de CRI subiu para 15,7% (IPCA + 9,9%), ante 15,4% (IPCA + 9,3%) no mês anterior, com prazo médio reduzido de 4,0 para 3,9 anos.
O resultado distribuível foi de R$ 0,90 por cota em junho, ante R$ 1,05 em maio, com impacto negativo extraordinário de R$ 0,13 por cota decorrente de vendas. O rendimento distribuído subiu para R$ 0,98 por cota, e a reserva acumulada caiu de R$ 0,41 para R$ 0,33 por cota.
No mês, foram vendidos integralmente o CRI Pátio Malzoni (R$ 9,0 milhões), CRI Bem Brasil (R$ 5,2 milhões), FLCR11 (R$ 1,2 milhão) e 53.426 cotas de RPRI11 (R$ 4,5 milhões), totalizando prejuízo de R$ 0,13 por cota. Em maio, as movimentações envolveram reduções parciais em Pátio Malzoni e Bem Brasil, além de venda integral de MK IPCA e AG7.
A gestão reclassificou os segmentos da carteira de CRI, desmembrando Residencial em Financiamento à Construção e Estoque, sem alterar a composição dos ativos. O CRI Landsol permanece na watchlist, sem inclusão de novos ativos.
A consolidação prevista com os fundos PCIP, VCJR e RPRI foi postergada, com a assembleia extraordinária adiada para realizar ajustes adicionais nas marcações dos ativos. A alocação em FIIs manteve a tendência de redução, de 2,5% para 2,2%.
O fundo registrou variação de -6,2% em junho, ante +2,0% em maio, com o acumulado de 2026 passando de +0,9% para -5,4%. O número de cotistas aumentou de 143.366 para 143.664.