No mês de julho de 2026, o RBRR11 encerrou com 95,3% do patrimônio líquido alocado em ativos, sendo 94,2% em CRI e 1,1% em FII, ante 97,5% em junho, com 95,3% em CRI e 2,2% em FII. A exposição a caixa subiu de 2,5% para 4,7%. A rentabilidade média ponderada da carteira de CRI manteve-se em 15,7% a.a. (IPCA + 9,9% a.a.), com prazo médio de 3,8 anos e spread de 1,5% a.a., acima dos 1,2% registrados no mês anterior. A alocação em FII caiu de 2,2% para 1,1% do PL.
Durante julho, o fundo vendeu R$ 15,8 milhões em cotas de RPRI11 e R$ 1 milhão em GAME11, gerando impacto negativo de R$ 0,28 por cota no resultado. A posição remanescente em RPRI11, de R$ 450 mil, deve ser encerrada em agosto. No mês anterior, foram realizadas vendas de CRIs como Pátio Malzoni e Bem Brasil, além de posições em RPRI11 e FLCR11.
O resultado distribuível em julho foi de R$ 0,71 por cota, com distribuição de R$ 0,90 por cota em 18 de agosto, utilizando parte da reserva acumulada, que caiu de R$ 0,33 por cota em junho para R$ 0,15 por cota. Em junho, o resultado distribuível havia sido de R$ 0,90 por cota, com distribuição de R$ 0,98 por cota.
O processo de consolidação dos fundos high grade IPCA+ (PCIP, VCJR, RBRR e RPRI) avançou em julho, com provisões reconhecidas nos meses de maio a julho e ajustes em spreads. As assembleias gerais extraordinárias serão convocadas nos próximos dias para deliberar sobre a consolidação, condicionada à aprovação dos cotistas. Em junho, a convocação havia sido postergada para realização de ajustes adicionais.
O patrimônio líquido do RBRR11 passou de R$ 1.500,6 milhões em junho (R$ 92,06 por cota) para R$ 1.498,1 milhões em julho (R$ 91,91 por cota). O P/VP recuou de 0,85x para 0,83x. O número de cotistas aumentou de 143,7 mil para 144,9 mil. A performance mensal do fundo foi de -1,7% em julho, ante -6,2% em junho, enquanto o IFIX variou de -1,2% para -0,3% no período.