As demonstrações financeiras do RBRP11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela KPMG com opinião sem ressalvas, mostram um patrimônio líquido de R$ 996,8 milhões, aumento de 9,6% em relação aos R$ 910 milhões de 2024. O ativo total chegou a R$ 1,007 bilhão, com propriedades para investimento representando 64,6% do PL (R$ 644 milhões, após ajuste positivo de R$ 14,9 milhões), cotas de FIIs 20,1% (R$ 200,6 milhões, com ganho de valor justo de R$ 48,9 milhões), ações de companhias fechadas 8,6% (R$ 85,5 milhões, valorizado em R$ 32,6 milhões) e CRIs 3,8% (R$ 38,1 milhões). O passivo é baixo, em 1,1% do PL.
O resultado do exercício foi lucro líquido de R$ 145,4 milhões (R$ 11,94 por cota), contra R$ 8 milhões (R$ 0,66 por cota) em 2024, impulsionado por receitas de aluguéis de R$ 34,6 milhões, ganhos de valor justo em ativos imobiliários de R$ 107,9 milhões e ajuste positivo nas propriedades. Foram distribuídos R$ 58,7 milhões em rendimentos (98,9% do resultado base caixa), totalizando pagamentos de R$ 60,4 milhões no ano, com valor patrimonial da cota em R$ 81,84 (alta de 9,5%). A reserva de lucros subiu para R$ 341,9 milhões.
O fluxo de caixa operacional gerou R$ 24,6 milhões, de investimentos R$ 37,9 milhões (com vendas de imóveis de R$ 11,7 milhões e aportes em ativos), e de financiamento saldo negativo de R$ 60,4 milhões pelos pagamentos aos cotistas. O fundo, agora com responsabilidade limitada e classe única de cotas, negocia como RBRP11 na B3, com cota fechando 2025 em R$ 55,85. As avaliações de imóveis e ações usam laudos independentes, com riscos destacados como mercado imobiliário e crédito.