No mês de maio de 2026, o RBRP11 manteve a vacância física em 23,8% e reduziu a vacância financeira para 21,4%, sem novas movimentações de locatários. O resultado distribuível ficou em R$ 0,41 por cota, influenciado pela parcela não recorrente da venda do edifício João Dias no valor de R$ 0,04 por cota, enquanto a distribuição foi mantida em R$ 0,40 por cota, igual ao mês anterior.
As negociações para comercialização do Edifício Jacks Rabinovich e locação do Pátio Mauá continuaram, com avanços em movimentações internas no River One e início de estudo para implantação de escritórios mobiliados no Delta Plaza após a desocupação pela CVM. Foram realizados reajustes em 2.192 m² de ABL, volume menor que os 2.770 m² ajustados em abril.
A alocação em outros FIIs caiu para 18,7% do patrimônio líquido, contra 19,0% no mês anterior. O fundo não registrou alavancagem, e o valor a receber pela venda do João Dias reduziu de R$ 4,0 milhões para R$ 3,2 milhões. O número de cotistas seguiu em declínio, chegando a 54,5 mil.
O desempenho da cota do RBRP11 foi de -0,5% no mês, enquanto o IFIX caiu 1,3%. O patrimônio líquido recuou de R$ 983,2 milhões para R$ 979,2 milhões, e a cota de mercado passou de R$ 52,35 para R$ 51,69.