No relatório de março de 2026 do RBRP11, a receita total por cota foi de R$ 0,54, com resultado distribuível de R$ 0,42 por cota, ante R$ 0,46 e R$ 0,39 por cota em fevereiro. A receita de locação subiu para R$ 0,33 por cota, de R$ 0,24 anterior, enquanto receitas mobiliárias ficaram em R$ 0,17 por cota, similar ao mês passado. Houve impacto não recorrente de R$ 0,04 por cota da parcela da venda do Edifício João Dias, igual ao fevereiro, e o rendimento distribuído permaneceu em R$ 0,40 por cota.
A vacância física se manteve em 23,8% e a financeira caiu para 21,5%, de 21,7% em fevereiro, sem movimentações de locatários no mês. O número de locatários registrou 23, ante 41 no relatório anterior. O WALE foi de 5,8 anos, de 5,9 anos, e o aluguel médio do portfólio subiu para R$ 109,24 por m², de R$ 107,38. Foram reajustados 193 m² de ABL, bem abaixo dos 9.751 m² de fevereiro.
O gestor destacou avanços nas tratativas para locação monousuária do Pátio Mauá, negociações de venda do Edifício Jacks Rabinovich e do Edifício Castello Branco para usuários finais, visitas aos andares vagos do Delta Plaza e potenciais movimentações internas no River One. Não houve compras ou vendas de ativos, e o fundo segue sem alavancagem.
A composição da carteira manteve imóveis em 73% do PL (R$ 729,6 milhões), FIIs em 20% (R$ 197,8 milhões, ou 19,9% do PL, ante 20,3% em fevereiro), CRI em 3% (R$ 34,2 milhões, de 4%) e caixa em 3%. Permanecem R$ 5,6 milhões a receber do Edifício João Dias. O portfólio tem 7 edifícios e 43.305 m² de ABL, com 96% em São Paulo.
O patrimônio líquido caiu para R$ 994,3 milhões, de R$ 999,5 milhões, com cota patrimonial em R$ 81,64, de R$ 84,57. P/VP ficou em 0,64x, valor de mercado em R$ 635,8 milhões e cota de R$ 52,20. Dividend yield sobre mercado subiu para 9,2% a.a., de 8,9%, e sobre patrimonial para 5,9% a.a., de 5,7%. Performance mensal do RBRP11 foi de -3,0%, ante -1,0% em fevereiro, com YTD em -4,4%, de -1,5%.
ADTV foi de R$ 1,4 milhão, de R$ 1,3 milhão, e número de cotistas caiu para 55,9 mil, de 56,5 mil, continuando tendência de redução desde abril de 2025. O IFIX recuou 1,1% em março, após +1,3% em fevereiro, impactado por tensões no Oriente Médio, alta do petróleo e juros futuros acima de 14%.