O documento divulgado pela Rio Bravo apresenta a evolução da rentabilidade do RBFM11 entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, comparando o valor patrimonial da cota com o valor de mercado na B3, os rendimentos distribuídos por cota em cada mês e os indicadores de variação, dividend yield e rentabilidade acumulada no ano.
Em 2025, o RBFM11 manteve rendimentos de 0,51 real por cota de janeiro a novembro e de 1,02 real em dezembro. O valor patrimonial saiu de 55,31 reais em janeiro para 64,79 reais em dezembro, acumulando rentabilidade patrimonial de 24,48 por cento no ano. Já o valor de mercado saiu de 45,38 reais em janeiro para 54,13 reais em dezembro, com oscilações ao longo dos meses e rentabilidade total de mercado acumulada de 6,51 por cento no ano.
A partir de janeiro de 2026 os valores passam a ser apresentados em outro patamar, com a cota patrimonial em torno de 13 reais, a cota de mercado entre 9,95 e 11,36 reais e rendimentos estáveis de 0,11 real por cota ao mês. Até agosto de 2026, a cota patrimonial do RBFM11 recuou de 13,17 para 12,15 reais, com quedas mensais desde abril e rentabilidade patrimonial acumulada no ano de 0,26 por cento. No mercado, a cota recuou de 10,69 para 9,95 reais no mesmo período, com rentabilidade total acumulada de menos 1,18 por cento, enquanto o dividend yield mensal ficou entre 0,82 e 0,87 por cento no patrimonial e em torno de 1 por cento no mercado.