O RBFM11 fechou junho com patrimônio líquido de R$ 234,2 milhões, abaixo dos R$ 240,9 milhões de maio, enquanto a cota patrimonial recuou de R$ 12,85 para R$ 12,49 e a cota de mercado passou de R$ 10,64 para R$ 10,50. O número de cotistas caiu de 22.122 para 21.558 no período.
No mês, o retorno da cota mercado ajustada aos dividendos ficou em -0,30%, melhor que o IFIX de -1,21%, embora a performance patrimonial ajustada tenha sido de -1,95%. O dividend yield anualizado subiu para 12,34%, contra 12,18% no mês anterior.
O gestor realizou uma nova alocação de R$ 907 mil no BTCI11, elevando a participação desse fundo para 3,3% do PL, motivada pela carteira de CRIs high grade e pelo desconto de cerca de 11% em relação ao valor patrimonial. Em maio, a movimentação relevante havia sido a venda de cotas de XPML11 e a entrada no CRI FGR.
A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,108 por cota, com o guidance para o segundo semestre de 2026 divulgado mantendo a mesma banda entre R$ 0,10 e R$ 0,11, sem alterações em relação ao período anterior. A alocação da carteira seguiu estável, com 56% em tijolo e 29% em papel, e o double discount em relação aos ativos investidos e à própria cota permaneceu em patamar semelhante ao de maio.