No relatório de fevereiro de 2026 do PSEC11, o patrimônio líquido registrou R$ 1.395,2 milhões, ou R$ 75,83 por cota, com P/VP de 0,84x, uma leve redução em relação aos R$ 1.400,2 milhões e R$ 76,10 por cota de janeiro. O valor de mercado foi de R$ 1.168,2 milhões, ou R$ 63,49 por cota, contra R$ 1.180,7 milhões e R$ 64,17 por cota no mês anterior. O retorno patrimonial foi de +0,5%, abaixo do IFIX em +1,3%, enquanto a cota no secundário ficou estável em 0,0%, após +0,4% em janeiro.
A distribuição de rendimentos manteve R$ 0,65 por cota pelo quinto mês consecutivo, com reserva acumulada em R$ 0,10 por cota, abaixo dos R$ 0,16 de janeiro. O dividend yield anualizado sobre cota patrimonial subiu para 12,3%, e sobre cota de fechamento para 10,3%. No resultado, receitas totais foram R$ 21,5 milhões (R$ 1,17/cota), com rendimentos de FIIs em R$ 9 milhões (R$ 0,49/cota) e juros de CRIs em R$ 2,3 milhões (R$ 0,12/cota); o resultado distribuível foi R$ 10,8 milhões (R$ 0,59/cota).
A gestora continuou o processo de simplificação da carteira, vendendo cotas de FIIs listados não estratégicos e incrementando CRIs, que encerraram em 14,6% dos ativos (R$ 205,1 milhões, 14,7% do PL), com 31 operações e carrego médio de IPCA +10,5% a.a., CDI +2,8% a.a. e pré-fixado 14,0% a.a., focando spreads de 300-400 bps. Desde a consolidação de setembro/25, foram vendidos mais de R$ 318 milhões em FIIs, reduzindo posições de 118 para 92. A alocação total em ativos alvo atingiu 99,71%, com FIIs em 85,1% (ante 80,1% em janeiro) e caixa em 0,3%.
Na exposição por setor dos ativos alvo, logística subiu para 23,1% (de 19,9%), renda urbana caiu para 10,4% (de 11,0%), lajes corporativas para 4,8% (de 5,1%) e fundo de CRI para 26,8% (de 27,6%). Nos FIIs, principais posições incluem PVBI11 e TRXF11 em 4,9% cada, e CVPR11 em 4,4%. Nos CRIs, office representa 33,2%, residencial 28,9% e varejo 16,4%; por indexador, IPCA 40%, CDI 47% e pré 12%; vencimentos concentrados em 2030+ (71,5%).
O número de cotistas cresceu para 83.276, de 82.421, e o volume médio diário subiu para R$ 2,9 milhões, de R$ 2,5 milhões. Na watchlist, o CRI Medabil segue adimplente via pagamentos da seguradora. Assembleias de fevereiro aprovaram matérias em XPIN11 e ROMA FII. A estratégia mantém pilares de simplificação de FIIs e aumento de CRIs para renda recorrente, complementando FIIs estratégicos com desconto patrimonial.