No relatório de dezembro de 2025 do PSEC11, o patrimônio líquido alcançou R$ 1.391 milhões, equivalente a R$ 75,60 por cota, ante R$ 1.365,9 milhões e R$ 74,23 por cota em novembro. O valor de mercado subiu para R$ 1.187,7 milhões, com cota a R$ 64,55 e P/VP em 0,85x, estável em relação ao mês anterior, quando era R$ 63,09 por cota.
A gestão reportou vendas de R$ 114,7 milhões em cotas de FIIs, representando 8% do PL, elevando o total vendido pós-consolidação dos fundos HGFF e BPF para R$ 216 milhões, ou 16% do PL, reduzindo o número de posições em FIIs de 118 para 102. Os recursos foram alocados em R$ 65 milhões no CRI WTC, com taxa CDI + 2,0% a.a. e garantias reais como alienação fiduciária de imóvel e cotas, além de R$ 15 milhões em operação compromissada a 200% do CDI, encerrada em janeiro de 2026, e o restante em caixa para novas operações em CRIs.
A alocação mudou significativamente: FIIs passaram de 88% para 84,4% dos ativos, enquanto CRIs subiram de 3,4% para 7,9%, totalizando R$ 111,8 milhões. Na pizza de ativos, FIIs líquidos representam 57%, private placement 27%, CRIs 8% e caixa 8%. A exposição em ativos alvo foi de 92,3%, ante 91,5% em novembro. Por setor, fundo de CRI caiu para 29,7% dos ativos alvo ante 32,2%, lajes corporativas subiram para 8,5% ante 3,6%, e logística recuou para 9,7% ante 11,2%.
Os rendimentos distribuídos mantiveram R$ 0,65 por cota, igual a novembro, com reserva acumulada em R$ 0,05 por cota, ante R$ 0,01. O resultado distribuível foi R$ 0,69 por cota, com receitas totais de R$ 2,09 por cota, impulsionadas por rendimentos de FIIs (R$ 0,59) e MTM de FIIs (R$ 1,39). No mês, o PL rendeu +2,7%, abaixo do IFIX (+3,1%), mas cotas subiram +3,4%; no ano, PL acumula +14,6% ante +21,1% do IFIX.
A estratégia segue focada em simplificar a carteira, reduzindo exposição a FIIs não estratégicos e elevando CRIs para renda recorrente, permitindo maturação de teses com upside. Para janeiro, planejam vender R$ 100 milhões em FIIs e alocar R$ 85 milhões em 8 CRIs, com R$ 40 milhões a IPCA + 9,6% a.a. e R$ 45 milhões a CDI + 2,5% a.a., visando cerca de 90 posições. No watchlist, o CRI Medabil segue adimplente via pagamentos de seguradora.
O volume médio diário negociado subiu para R$ 2,8 milhões ante R$ 1,8 milhão, e o número de cotistas ficou em 81.610, ante 81.798. Desde fevereiro de 2020, o PSEC11 acumula retorno patrimonial de +34,8% ante +23,4% do IFIX.