Relatório gerencial · Agosto de 2026
Referência 31/08/2026 · entregue 22/09/2026 18:34
Em uma linha
Distribuição de R$ 0,60 por cota em agosto, igual a julho, dentro do guidance de R$ 0,60 para o 3º trimestre
Resumo
O PSEC11 distribuiu R$ 0,60 por cota em agosto, mesmo valor de julho e segundo mês dentro do guidance de R$ 0,60 por cota para o 3º trimestre de 2026. O resultado recorrente foi de R$ 0,62 por cota, abaixo dos R$ 0,77 por cota de julho, com R$ 0,41 por cota vindo de FIIs contra R$ 0,53 por cota no mês anterior, que havia sido elevado por distribuição extraordinária de fim de semestre, e R$ 0,19 por cota de CRIs contra R$ 0,23 por cota, refletindo menor variação do IPCA sobre cerca de 12% do PL indexado ao índice. A receita financeira de caixa foi de R$ 0,07 por cota e as despesas recorrentes de R$ 0,05 por cota, ambas em linha com julho. O resultado extraordinário foi de R$ 0,06 negativo por cota com vendas de FIIs, menor que os R$ 0,15 negativos de julho, levando a um resultado final de R$ 0,57 por cota contra R$ 0,62 por cota em julho. Com isso foram usados R$ 0,03 por cota da reserva, que caiu de R$ 0,18 por cota em julho para R$ 0,14 por cota em agosto.
Na carteira, a estratégia de carrego passou a 51,2% do PL contra 46,3% em julho e superou pela primeira vez a estratégia oportunística, que recuou para 42,8% contra 47,9%, enquanto ganho de capital ficou em 5,9% contra 5,8%, ainda distante do objetivo de 50%, 30% e 20% respectivamente. O patrimônio líquido do PSEC11 encerrou agosto em R$ 1.291,6 milhões, R$ 70,20 por cota, queda de R$ 38,5 milhões ou 2,89% ante R$ 1.330,1 milhões em julho, e o valor de mercado foi para R$ 946,5 milhões, R$ 51,44 por cota, com P/VP de 0,73 vez contra 0,75 vez. A alocação por veículo ficou em 67,4% em FIIs, 24,9% em CRIs e 7,7% em caixa líquido, contra 68,9%, 21,6% e 9,4% em julho.
As principais movimentações foram a reorganização da posição em TRXF11, maior posição em FII líquido com 4,3% do PL ou R$ 49,1 milhões, que foi integralizada no FII CTA III e liquidada, passando a ser classificada como liquidez, com impacto negativo de R$ 0,23 por cota no PL, além do zeramento integral de MCLO11, HGCR11, EDGA11, ALZR11 e AFHI11, somando R$ 59,9 milhões em desinvestimentos de FIIs. O número de posições caiu de 74 para 69, ante 118 no início do processo, com meta de 40 a 50 até o fim do ano. No crédito foram integralizados R$ 4,6 milhões no CRI Gav Jeri a IPCA mais 11,00% ao ano, R$ 10,0 milhões no CRI Parque da Cidade III a CDI mais 2,00% ao ano e R$ 31,3 milhões no CRI Galleria A Meza a IPCA mais 12,00% ao ano, além de R$ 25,0 milhões em operação compromissada a IPCA mais 7,75% ao ano. O gestor indica que o caixa liberado será direcionado gradualmente a ganho de capital e cita em análise um projeto de desenvolvimento logístico em curva J.
O gestor manteve o guidance de R$ 0,60 por cota para o restante do trimestre e reforçou a avaliação de consolidação entre RBRX e PSEC11, com o RBRX como veículo consolidador, potencial patrimônio acima de R$ 2,7 bilhões e execução ao longo deste semestre sujeita a assembleias. Em performance, a cota de mercado do PSEC11 caiu 3,7% em agosto contra queda de 1,5% do IFIX, acumulando 13,5% negativo em 2026, enquanto a cota patrimonial ajustada caiu 2,1% no mês. O volume médio diário foi de R$ 2,0 milhões contra R$ 1,8 milhão em julho e o número de cotistas recuou de 81.706 para 80.590.
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