No relatório de julho de 2026 do PMLL11, a receita total por cota subiu para R$ 1,76, contra R$ 1,01 no mês anterior, elevando o resultado distribuível para R$ 1,59 por cota. O aumento decorreu principalmente da primeira parcela da venda do Shopping Park Sul, que contribuiu com R$ 0,46 por cota de forma não recorrente. O fundo manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, igual à do mês anterior, e reiterou a estimativa de manutenção desse valor para o segundo semestre de 2026.
O patrimônio líquido do PMLL11 avançou para R$ 2.111,9 milhões, de R$ 2.096,4 milhões no relatório anterior, enquanto a cota patrimonial subiu para R$ 118,98. O valor de mercado recuou para R$ 1.812,3 milhões, resultando em P/VP de 0,86x, inferior aos 0,90x do mês anterior. O volume médio diário de negociação aumentou para R$ 5,3 milhões.
Na carteira, o PMLL11 concluiu a venda da participação no Shopping Park Sul e realizou a aquisição adicional de 8,56% no Shopping Taboão. As aquisições do RBR Malls e do Shopping Curitiba, finalizadas em junho, passaram a refletir nos indicadores, elevando a ABL para 149.493 m² e mantendo o número de shoppings em 18. A taxa de ocupação ficou em 96,2%.
Os indicadores operacionais de junho mostraram vendas totais por m² de R$ 1.591, com alta de 10,0% na comparação anual e 6,9% no acumulado do ano. O NOI por m² alcançou R$ 106,7, com crescimento de 19,3% no ano e 8,5% no YTD. Considerando as participações atuais replicadas para o período anterior, as vendas cresceram 1,8% no mês e 3,5% no YTD, enquanto o NOI avançou 4,4% no mês e 3,8% no YTD.
A alavancagem permaneceu em 8,1%, com saldo devedor de R$ 171 milhões em CRIs. O fundo projeta redução gradual para 8,0% até o fim de 2026 e níveis inferiores nos anos seguintes. O número de cotistas subiu para 135,8 mil, de 135,7 mil no mês anterior.
No desempenho acumulado de 2026, o PMLL11 registrou alta de 3,4%, acima dos 1,1% do IFIX. No mês, o fundo recuou 2,9%, contra queda de 0,3% do índice.