O PMIS11 teve em maio um patrimônio líquido de R$ 139,2 milhões, abaixo dos R$ 141,1 milhões de abril, com redução de 30 cotistas para 6.686. A cota de mercado fechou em 8,05, ante 8,15 no mês anterior, mantendo o P/VP em 0,86. O percentual alocado em ativos alvo subiu para 83,8%, contra 79,9% em abril, enquanto a taxa ponderada MtM da carteira de CRIs melhorou para IPCA+10,29% e CDI+4,35%, de IPCA+9,91% e CDI+4,27%.
O fundo adicionou dois novos ativos no mês: o CRI Ânima, lastreado em recebíveis de aluguéis de imóveis na Bahia com fiança da Ânima Holding AA.br, e o KDLG11, voltado ao desenvolvimento de galpão logístico com contrato BTS para o Mercado Livre. Ao mesmo tempo, o CRI Cashme foi quitado integralmente, com TIR de 14,5% desde a aquisição em novembro de 2023. O comitê aprovou um novo CRI residencial em São Paulo remunerado a CDI+4,0%, com primeira integralização prevista para julho. O número total de operações de CRI caiu para 33, de 34 em abril.
A distribuição permaneceu em R$ 0,092 por cota, com resultado de R$ 0,097 por cota, gerando yield mensal de 1,14% equivalente a 124,97% do CDI e elevando a reserva acumulada para R$ 0,094 por cota, acima dos R$ 0,089 de abril. A liquidez diária média subiu para R$ 417.494, de R$ 388.832.
A carteira de CRIs manteve o foco em diversificação, com 55,5% em IPCA e 16,4% em CDI no PL total, duration médio de 3,4 anos e LTV médio de 45%. O caixa representou 17,5% do PL. A alocação em FIIs de carrego alcançou 11,9%, com destaque para CPTS11, KDLG11 e RZTR11. O gestor manteve a estratégia de explorar oportunidades no mercado secundário de FIIs de tijolo com desconto, sem alterações na política de alocação alvo.