No PMIS11 o patrimônio líquido recuou para R$ 137,7 milhões em junho, ante R$ 139,2 milhões em maio. A cota de mercado fechou em 7,88, abaixo dos 8,05 do mês anterior, e o número de cotistas diminuiu para 6.571, de 6.686.
A gestão informou que não houve movimentações relevantes na carteira durante o mês. A alocação em ativos alvo ficou em 82,7%, ligeiramente inferior aos 83,8% de maio, enquanto a fatia em caixa subiu para 18,6%, de 17,5%. A parcela em CRIs de carrego IPCA representou 54,8% do PL, contra 55,5% no mês anterior, e a taxa MtM ponderada desses papéis alcançou IPCA+10,87%, acima dos IPCA+10,29% registrados em maio.
O resultado por cota foi de R$ 0,0985, com distribuição de R$ 0,0990, equivalente a yield mensal de 1,27% sobre a cota de mercado, e a reserva acumulada ficou em R$ 0,093 por cota. A liquidez diária média caiu para R$ 196.898, de R$ 417.494 em maio.
A primeira integralização do novo CRI residencial em São Paulo, aprovado em maio e com remuneração de CDI+4,0%, está prevista para julho.