O relatório de julho de 2026 do PMIS11 indica que o fundo realizou a primeira alocação no CRI Chaincorp, com taxa de CDI+4,0% e volume de R$1,2 milhão destinado a dois empreendimentos residenciais no bairro Jardim São Paulo, em São Paulo. Essa operação representa a única movimentação relevante de entrada no mês.
O percentual alocado em ativos alvo subiu de 82,7% em junho para 84,2% em julho, enquanto a parcela em caixa recuou de 18,6% para 17,3%. O número total de operações na carteira de CRI aumentou de 33 para 34. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$137,7 milhões.
A distribuição de dividendos voltou ao patamar de R$0,092 por cota em julho, após R$0,099 em junho. O resultado por cota foi de R$0,096, gerando uma reserva acumulada de R$0,096 por cota, ligeiramente acima dos R$0,093 registrados no mês anterior. O yield mensal calculado sobre a cota de mercado foi de 1,17% em julho, contra 1,27% em junho.
A cota de mercado fechou julho em R$7,86, abaixo dos R$7,88 de junho, e o número de cotistas diminuiu de 6.571 para 6.520. A liquidez diária média também recuou de R$196.898 para R$190.964.
No CRI TPPF, houve atraso em um pagamento mensal, que foi quitado posteriormente, levando temporariamente ao vencimento da operação, revertido em assembleia. A garantia real cobria 143,5% do saldo devedor no fechamento do mês.
A taxa ponderada MtM da carteira de CRIs apresentou pequena variação, passando de IPCA+10,87%/CDI+4,35% em junho para IPCA+10,86%/CDI+4,32% em julho. A composição por indexador manteve-se próxima, com 77% em IPCA e 23% em CDI.