Relatório gerencial · Outubro de 2026
Referência 31/10/2026 · entregue 06/11/2026 20:00
Em uma linha
Patrimônio líquido recuou 1,5%, de R$ 139,2 milhões para R$ 137,1 milhões; cotação caiu 2,8%
Resumo
Em outubro de 2026, o PMIS11 registrou queda de 1,5% no patrimônio líquido, de R$ 139,2 milhões para R$ 137,1 milhões. A gestão atribui a pressão sobre a cota patrimonial à desvalorização dos CRIs indexados ao IPCA pela marcação a mercado, diante da alta dos juros futuros. Segundo a gestora, esse movimento não altera os pagamentos previstos dos títulos nem, por si só, a distribuição de dividendos. A cotação caiu de R$ 7,56 para R$ 7,35, recuo de 2,8%, e o desconto sobre o valor patrimonial passou de aproximadamente 20% para 21%.
A principal nova alocação foi o CRI BBP, com posição de R$ 2 milhões, equivalente a 1,5% do patrimônio, remuneração de CDI + 2,90% ao ano e vencimento em agosto de 2032. As garantias incluem terreno em Santa Bárbara d’Oeste, recebíveis de contratos de gestão predial e avais. A gestão também informou que está reavaliando operações em estágio avançado de análise para ajustar as condições das novas aplicações ao patamar mais alto dos juros.
O resultado mensal recuou de R$ 1,367 milhão para R$ 1,338 milhão, queda de 2,1%. A receita de CRIs diminuiu de R$ 1,235 milhão para R$ 1,173 milhão, parcialmente compensada pelo aumento das receitas financeiras e pela redução das despesas. O PMIS11 manteve a distribuição de R$ 0,092 por cota, acima do resultado de R$ 0,090 por cota, utilizando R$ 24 mil da reserva. A reserva acumulada passou de R$ 0,088 para R$ 0,086 por cota.
Em valores informados no quadro de composição, a carteira de CRIs passou de R$ 101 milhões para R$ 101,4 milhões, enquanto as posições em FIIs caíram de R$ 15,1 milhões para R$ 13,9 milhões e as aplicações financeiras, de R$ 25,4 milhões para R$ 24,2 milhões. O relatório não detalha quanto dessas reduções decorreu de vendas, amortizações ou oscilações de preços.
Há uma alteração relevante sem explicação no CRI TPPF: a taxa de marcação informada passou de IPCA + 11,56% para IPCA + 0,04%, e a duration, de 2,7 para 6,1 anos, com a posição mantida em cerca de R$ 3,4 milhões. Em setembro, a gestão havia comunicado a regularização dos atrasos; outubro não traz nova atualização sobre os pagamentos. Esses números, isoladamente, não permitem concluir que houve renegociação ou novo problema de crédito.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.