No relatório de janeiro 2026 do OUJP11, a alocação em ativos imobiliários subiu para 91%, com 91% em CRIs e 0,4% em FIIs, enquanto o caixa caiu para 9%, contra 89% alocados e 11% em caixa em dezembro 2025. A indexação dos CRIs mudou para 64% IPCA, 35% CDI e 1% IGPM, ante 68% IPCA e 31% CDI no mês anterior.
O fundo distribuiu R$ 1,06 por cota, com resultado de R$ 1,25 por cota e reserva acumulada de R$ 1,21 por cota, comparado a R$ 1,03 distribuídos, R$ 1,19 de resultado e R$ 1,00 de reserva em dezembro. O patrimônio líquido atingiu R$ 329,8 milhões, com cota patrimonial de R$ 101,42, leve alta ante R$ 329,2 milhões e R$ 101,23.
Nova operação destacada: aquisição de R$ 8,01 milhões no CRI GPCI (26A1817348), emitido em janeiro 2026, com vencimento em dezembro 2033, duration de 2,9 anos e taxa CDI + 6,0% a.a., lastreado em Nota Comercial para término de obra no Residencial Artemis, com garantias como cessão fiduciária residual de recebíveis Ari Ataby, cessão de dividendos de Harmonia e Artemis, fundo de reserva de 2 PMTs e aval de sócios. Também entrou o CRI FIBRA_III (25L3533980), de R$ 3 milhões, adquirido em janeiro 2026.
No mercado secundário, volume negociado cresceu para R$ 12,2 milhões, com liquidez média diária de R$ 0,3 milhão e 26.062 cotistas, contra R$ 7,7 milhões e 26.020 cotistas em dezembro; a cota de mercado fechou em R$ 89,32, com P/B de 0,88x e market cap de R$ 290,5 milhões, ante R$ 79,59 e 0,79x.
A composição dos CRIs passou para 75% corporativo (era 74%), 17% BTS/aluguel (era 18%), 6% shoppings e 2% pulverizados; setor de incorporação subiu para 40% (era 38%). LTV médio aumentou para 51,9% (era 49,1%), com duration média estável em 2,7 anos. Distribuição por rating mostrou Baa2 em 3%, Baa1 em 33%, A3 em 32%, A2 em 17%, Baa3 em 13% e BA1 em 2%.
Retorno total mensal foi de 1,23%, contra 0,90% em dezembro; acumulado em 12 meses, 16,63%, com benchmark IMA-B 5 +0,5% a.a. em 10,91% e CDI (líquido IR 15%) em 12,32%. Caixa em RF foi de R$ 29,39 milhões (8,9% do PL), ante R$ 36,62 milhões (11,1%).