LIFE11

LIFE CAPITAL PARTNERS FUNDO DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

06/03/2026 09:50

Resumo

No relatório gerencial de janeiro 2026 do LIFE11, o patrimônio líquido caiu para R$ 396,7 milhões, ante R$ 400,7 milhões em dezembro 2025, impactado por apreciação negativa de ativos de R$ 2,5 milhões, revertendo os ganhos de R$ 3,3 milhões do mês anterior. O número de cotistas subiu para 19.601, de 19.078, e a liquidez média diária cresceu para R$ 977 mil, de R$ 767 mil. A cota patrimonial recuou para R$ 9,97, de R$ 10,07, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 8,94, de R$ 8,53.

A distribuição manteve R$ 0,12 por cota, com dividend yield mensal de 1,20% e acumulado em 12 meses de 15,53%, ligeiramente abaixo dos 15,55% de dezembro. Na DRE gerencial, receitas totalizaram R$ 3,8 milhões, menor que os R$ 9,4 milhões anteriores, com destaque para CRIs em R$ 2,3 milhões e True Sales em R$ 1,2 milhão; o resultado foi R$ 822 mil, bem inferior aos R$ 12,3 milhões de dezembro, e reserva de lucros atingiu R$ 12,6 milhões acumulados. O guidance para o primeiro semestre de 2026 permanece em R$ 0,12 por cota.

Nas atualizações da carteira, que agora lista 17 ativos principais mais caixa, CRI OSJRN registrou 2 distratos e 2 vendas, com obras avançadas em áreas comuns; CRI Abecker 2 teve 2 vendas e 2 distratos, com RGSD em alta; CRI Vanvera somou 10 vendas sem distratos, obras concluídas e RGSD acima de 250%; CRI Mirante sem vendas, focado em acabamentos; CRI Barra Loft iniciou instalações hidráulicas e impermeabilizações; CRI Poehma teve 5 vendas; CRI Vectra registrou 5 vendas líquidas e 1 distrato, com RGSD de 200%. No FIDC Residence Club, vendas concentradas em Ilha do Sol, com obras em acabamentos. Em True Sales, Maragogi quitou 2 contratos; Green Portugal II revendeu 3 unidades distratadas; One II vendeu 3 em Recanto dos Ipês, com Boulevard Premium perto da conclusão; Marmet teve 23 vendas, com m² 14% acima da média dos 6 meses anteriores, sem distratos.

A duration média subiu para 4,87 anos, de 4,31. Exposição por indexador ajustou para 29% inflação e 71% CDI, com loteamentos em 60% do portfólio, Sul em 54%, True Sale em 46% e CRIs em 33%. No portfólio de CRIs, LTV médio em 73,9% (de 81,5%), RGSD em 135% (de 122,7%), vendas em 72% e obras em 74%. A carta do gestor destaca Selic estável em 15%, possível corte em março e IFIX +2,27%, mantendo foco em gestão ativa sem mudanças estratégicas.