No relatório gerencial de janeiro 2026 do LIFE11, o fundo manteve a distribuição de R$ 0,12 por cota, rendendo 1,20% no mês e 15,53% nos últimos 12 meses, com guidance preservado em R$ 0,12 para o primeiro semestre, alinhado aos semestres anteriores.
O patrimônio líquido totalizou R$ 396,7 milhões ao fim do mês, queda ante R$ 400,6 milhões em dezembro de 2025 e R$ 393,1 milhões em novembro, com cota patrimonial em R$ 9,97, após R$ 10,08 em dezembro. A cota de mercado fechou em R$ 8,94.
Na DRE gerencial, receitas somaram R$ 3,8 milhões, abaixo dos R$ 9,4 milhões de dezembro (devido a R$ 6 milhões em "outros") e R$ 2,5 milhões de novembro, com destaque para juros de CRI em R$ 2,3 milhões. O resultado foi de R$ 822 mil, bem inferior aos R$ 12,3 milhões de dezembro e R$ 8,9 milhões de novembro, impactado por depreciação de ativos de R$ 2,5 milhões, revertendo as apreciações positivas anteriores.
Nas atualizações da carteira, projetos registraram movimentos mistos: Vanvera teve 10 vendas sem distratos e carteira acima de 90% comercializada; Marmet somou 23 vendas com m² médio 14% acima da média dos 6 meses prévios; Poehma e Vectra tiveram 5 vendas cada; Abecker 2 e OSJRN equilibraram 2 vendas com 2 distratos cada; Mirante sem vendas. Em true sales, Maragogi quitou 2 contratos, Green Portugal II reverteu distratos de dezembro com 3 vendas, e One II adicionou 3 vendas em Recanto dos Ipês.
A composição manteve 17 ativos, com 29% em inflação (IPCA+12,1%) e 71% em CDI (+9%), ligeira redução na exposição a inflação ante 31,6% em dezembro. Exposição por tipo ficou em 46% true sale, 33% CRI, 11% FIDC, 54% região Sul e 60% loteamentos, sem alterações drásticas. Duration média em 4,87 anos.
O gestor destacou Selic estável em 15% com possível corte em março, IFIX subindo 2,27% e foco em gestão ativa para preservar valor, sem mudanças na estratégia de apoio a empreendedores regionais Sul. Número de cotistas cresceu para 19.601, com liquidez média diária de R$ 977 mil nos últimos 30 dias.