No mês de julho o KNSC11 registrou patrimônio líquido de R$ 1,77 bilhão, acima dos R$ 1,76 bilhão de junho, com a cota patrimonial em R$ 8,73 contra R$ 8,70 no mês anterior. A cota de mercado fechou em R$ 9,09, inferior aos R$ 9,18 de junho, e o número de cotistas subiu para 268.171. A alocação em ativos alvo alcançou 104,2% do patrimônio, superior aos 102,6% do mês anterior, enquanto a parcela em caixa recuou para 4,7% ante 5,7%.
A exposição a CRI indexados ao IPCA passou a 67,3% do patrimônio, contra 65,3% em junho, com taxa média MTM de IPCA + 10,84% a.a., abaixo dos IPCA + 11,01% a.a. registrados anteriormente. A parte em CRI atrelados ao CDI ficou em 37,0% do patrimônio, ligeiramente abaixo dos 37,3% de junho, mantendo a taxa média de CDI + 3,19% a.a. O prazo médio da carteira de CRI IPCA subiu para 8,0 anos e o de CDI caiu para 3,5 anos.
No mês foram realizadas novas aquisições de CRI no valor de R$ 33,4 milhões, concentradas em operações de Creditas e Crediblue lastreadas em home equity, com taxas entre IPCA + 9,40% e IPCA + 14,22%. Em junho o volume de novas operações tinha sido de R$ 52,6 milhões, também em Creditas. A alocação por setor mostrou aumento na fatia de residencial pulverizado para 26,9% ante 25,9%, enquanto escritórios recuaram para 21,9% e logístico para 20,4%. A distribuição por indexador indicou elevação da parcela IPCA para 60,5% contra 59,3% em junho.
O resultado líquido gerado em julho foi de R$ 20,5 milhões, abaixo dos R$ 22,3 milhões de junho, com distribuição de R$ 22,2 milhões e dividendo de R$ 0,11 por cota. O resultado por cota ficou em R$ 0,10, inferior aos R$ 0,11 do mês anterior. A liquidez média diária recuou para R$ 3,64 milhões ante R$ 5,10 milhões em junho. O relatório menciona que os rendimentos de julho refletem IPCA de maio e junho mais baixos, com projeção de possível deflação em agosto e Selic reduzida para 14% a.a. em agosto.