No relatório de março de 2026 do KNSC11, o patrimônio líquido fechou em R$ 1,78 bilhão, ante R$ 1,79 bilhão em fevereiro. A cota patrimonial foi de R$ 8,79, comparado a R$ 8,83 no mês anterior, enquanto a cota de mercado atingiu R$ 9,04, de R$ 9,19.
A alocação em ativos alvo ficou em 99,6% do PL, ligeiramente abaixo dos 100,3% de fevereiro, com LCI em 2,5% (ante 2,4%) e caixa em 8,6% (de 7,3%). A parcela em CRI IPCA representou 61,3% do PL, com taxa média MTM de IPCA + 10,31% a.a. (alta de 10,10%) e prazo médio de 7,2 anos (de 7,1 anos). CRI CDI manteve 38,2% (38,1%), com CDI + 3,14% a.a. e 3,8 anos de prazo.
Por setor, houve ajustes mínimos: shoppings em 11,1% (11,0%), residencial 16,9% (17,0%), logístico 20,9% (20,7%), residencial pulverizado 21,3% (21,6%), escritórios 24,5% (inalterado) e outros 5,3%. Por indexador, SELIC subiu para 7,7% (6,6%), CDI 36,8% (36,9%) e IPCA 55,4% (56,4%). O total alocou 110,6% do PL, de 110,0%.
A distribuição de rendimentos foi de R$ 0,11 por cota em março (pagável em 14/04), ante R$ 0,08 em fevereiro, rendendo 1,20% sobre cota média de ingresso de R$ 9,19 (99% da DI, 116% do CDI com gross-up). O resultado líquido foi R$ 22,5 milhões (R$ 0,11/cota), de R$ 16,2 milhões (R$ 0,08/cota), impulsionado por IPCA de janeiro (0,33%) e fevereiro (0,70%), superior aos meses anteriores. Reserva acumulada manteve R$ 0,05/cota.
A liquidez média diária foi R$ 5,67 milhões, com volume mensal de R$ 124,75 milhões (de R$ 104,62 milhões). Exposição a operações compromissadas reversas subiu para 10,6% do PL (de 10,0%). O gestor destacou corte de 0,25 p.p. na Selic para 14,75% pelo Copom, com cautela por conflitos no Oriente Médio; projeções Focus para IPCA em 4,31% a.a. em 2026 e 3,84% em 2027.
A carteira detalhada mostrou variações nos saldos MTM de CRIs, como BTS Vale em R$ 65,2 milhões (3,3%, de 3,4%) e VISC Ancar em R$ 65,1 milhões (3,3%, estável), sem novas aquisições ou vendas destacadas. Total MTM em R$ 1.964,7 milhões.