No mês de junho de 2026, o patrimônio líquido do KNHF11 recuou para R$ 1,94 bilhão, ante R$ 1,98 bilhão em maio, enquanto a cota patrimonial passou de R$ 100,78 para R$ 98,86 e a cota de mercado, de R$ 99,76 para R$ 95,66. O número de cotistas subiu de 67.787 para 69.413.
A alocação em CRI aumentou de 54,6% para 56,0% do patrimônio, com novas compras de R$ 32,2 milhões em operações da Creditas e da Galleria, todas indexadas ao IPCA e com taxas de aquisição entre 9,40% e 12,50%. A parcela de FIIs caiu de 13,0% para 10,5%, após vendas em fundos de logística e shoppings e redução da exposição comprada em 1,63% do patrimônio líquido. No período, a carteira de FIIs registrou retorno de -0,72%, superior ao IFIX de -1,21%, e no acumulado de 2026 atingiu 2,88% contra 1,48% do índice.
Foi recebido em junho o valor de R$ 39,25 milhões de retorno de capital da posição em HGPO11, com parcela adicional de R$ 18,39 milhões prevista para julho; desde a alocação de R$ 45,05 milhões feita em julho de 2025, a TIR acumulada nessa posição é de 18,80% a.a. (CDI + 4,13%). As demais classes mantiveram proporções semelhantes, com ligeiro aumento em LCI e caixa, cujos recursos permanecem comprometidos com parcelas futuras de aquisição de imóveis.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 1,00 por cota, totalizando R$ 19,7 milhões no mês. O resultado gerado ficou em R$ 1,01 por cota em junho, contra R$ 1,00 em maio. As provisões de valores a pagar referentes às aquisições do Edifício São Luiz e do Shopping Uberaba totalizaram R$ 230,2 milhões ao final de junho, ante R$ 151,0 milhões em maio. A visão do gestor continua destacando a elevação das taxas de juros reais e a necessidade de retornos mais elevados nas novas aplicações, com a Selic em 14,25% e projeção de IPCA de 5,33% para 2026.