JURO11

SPARTA INFRA FIC FI INFRA RENDA FIXA CP

Relatório Gerencial - Março/2026

FI-Infra

Referência

07/04/2026

Entrega

07/04/2026 14:25

Resumo

O relatório mensal de gestão do JURO11 para março de 2026 destaca o fundo como um FIC FI-Infra focado em debêntures incentivadas, com meta de retorno de 2% a.a. acima do IMA-B 5 e isenção total de IR para pessoas físicas. No fim do mês, o patrimônio líquido era de R$ 2,1 bilhões, com 93.021 cotistas, cota patrimonial de R$ 101,21 e cota de mercado de R$ 102,23 na B3. O dividend yield em 12 meses ficou em 12,3%, com distribuições consistentes de R$ 1,00 por cota nos últimos meses, incluindo o pagamento de 15/04/2026, e reserva acumulada de R$ 1,21 por cota para futuras distribuições. A perspectiva é manter pelo menos R$ 1,00 por cota mensalmente até o fim do primeiro semestre de 2026, se as condições de mercado permitirem.

O gestor reportou iniciação de exposição em sete novos emissores, como Claro, Compagas, Total Energies, Neoenergia, EDP, Coruripe e Paranaíba, com ajustes na carteira ativa, elevando o spread de crédito para 1,0% a.a., reduzindo a duration para 4,7 anos e o caixa para 8%. No mercado de debêntures incentivadas, os spreads subiram 0,35% a.a. devido a aversão global ao risco, eventos de crédito e ofertas primárias, resultando em captação líquida de R$ 2,1 bilhões, abaixo do ritmo recente. A estratégia permanece cautelosa, priorizando relação retorno/risco, com redução temporária do hedge (duration de risco de mercado em 3 anos), que gerou impacto de -0,3% até março.

A rentabilidade do JURO11 foi de 0,19% no mês (abaixo do IMA-B 5 em 1,39%), 3,07% no ano e 13,08% em 12 meses, superando o benchmark em 0,54% no período. Na atribuição de performance em 12 meses, o total foi 13,1%, com IMA-B 5 contribuindo 12,5%, marcação a crédito 1,3% e carrego de crédito 0,6%. A carteira é 91% em debêntures e LF, 8% em caixa, diversificada por setores como geração de energia (27%), saneamento (12%) e rodovias (10%), com alocação por rating majoritariamente AAA a AA.