As demonstrações contábeis do JSCR11 referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela Deloitte sem ressalvas, apresentam o fundo com patrimônio líquido de R$ 209.462 mil, ante R$ 204.495 mil em 2024, e ativo total de R$ 211.750 mil. Os principais ativos incluem R$ 194.471 mil em investimentos imobiliários, como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) no valor de R$ 165.055 mil, equivalentes a 78,8% do PL, e cotas de fundos imobiliários de R$ 29.416 mil, além de R$ 17.242 mil em ativos não imobiliários, principalmente operações compromissadas com títulos públicos. O relatório destaca como assuntos de auditoria a existência dos ativos e a mensuração dos CRIs não cotados, considerados adequados após testes com especialistas.
O resultado do exercício alcançou R$ 30.204 mil, com renda de ativos financeiros de R$ 32.665 mil, majoritariamente de CRIs (R$ 26.215 mil) e cotas de FIIs (R$ 5.216 mil), menos despesas operacionais de R$ 2.461 mil, resultando em R$ 1,36 por cota e valor patrimonial de R$ 9,46. No fluxo de caixa, as atividades operacionais geraram R$ 30.660 mil, enquanto financiamentos aplicaram R$ 25.348 mil em rendimentos pagos. O fundo, iniciado em 28 de junho de 2024 e administrado pelo Banco J. Safra, possui 22.137.100 cotas negociadas na B3 como JSCR11, após desdobramento 1:10 em janeiro de 2025, com preço de fechamento de R$ 8,20 em dezembro.
Foram distribuídos R$ 25.237 mil em rendimentos, equivalente a 98% do lucro caixa ajustado, cumprindo a obrigatoriedade mínima de 95% conforme Lei 8.668/1993. A carteira concentra em CRIs com garantias como alienação fiduciária de imóveis e cessão de recebíveis, de emissores como Virgo e Opea Securitizadora, com vencimentos entre 2027 e 2041. As notas enfatizam riscos como crédito, concentração, liquidez e mercado imobiliário, sem garantias do administrador ou FGC.