No relatório de janeiro/2026 do JSCR11, o gestor destacou a conclusão da aquisição de R$ 17,5 milhões no CRI Atacadão, o que elevou a posição para 8,4% do PL e reduziu a exposição a ativos de liquidez para 2,2%, contra 8,1% em dezembro/2025, deixando a alocação em ativos-alvo em 98,83%, ante 92,84% no mês anterior.
A composição da carteira de CRIs mudou, com CRI IPCA+ subindo para 50,7% dos ativos, de 42,4% em dezembro, e CRIs táticos caindo para 3,7%, de 5,6%; a exposição IPCA nos CRIs chegou a 63%, contra 59% antes, e o total de CRIs representa 84,83% do PL, ante 78,80%.
O CRI Rochaverá anunciou pré-pagamento, com encerramento previsto para fevereiro e prêmio de 2% sobre a posição de R$ 4,5 milhões; já o CRI Alfa Realty avançou nas obras do empreendimento LUX, com habite-se esperado em fevereiro e repasses em março.
O fundo manteve a distribuição de R$ 0,095 por cota, com resultado de R$ 0,0947 por cota e estoque acumulado positivo de R$ 0,034 por cota, similar aos R$ 0,033 de dezembro; o dividend yield foi de 1,11% no mês, anualizado em 13,32%, contra 1,15%/13,75% anterior, e a proporção de distribuição ficou em 100,3%, igual ao mês passado.
Receita de CRIs subiu para R$ 1,91 milhão, de R$ 1,82 milhão em dezembro, impulsionando o resultado total para R$ 2,10 milhões; FIIs representam 13,8% dos ativos, estável em relação aos 13,9%.
O gestor planeja reavaliar posições em FIIs de CRI nos próximos meses devido à valorização no secundário e pretende ampliar o estoque de dividendos para manter a estabilidade; o guidance para o 1º semestre de 2026 segue inalterado, com R$ 0,095 até janeiro e R$ 0,100 de fevereiro a junho.
Cota de fechamento subiu para R$ 8,56, de R$ 8,29, valor patrimonial para R$ 9,48, de R$ 9,46, número de cotistas para 3.428, de 3.405, e liquidez média diária para R$ 341 mil, de R$ 322 mil.