O JSAF11 distribuiu R$ 0,080 por cota em agosto de 2026, mesmo valor de julho, o que representou um dividend yield mensal de 1,14% e cerca de 14,52% ao ano sobre a cota de fechamento de R$ 7,04. A cota de mercado recuou de R$ 7,09 em julho para R$ 7,04 e a cota patrimonial passou de R$ 8,95 para R$ 8,85, com o valor de mercado indo de cerca de R$ 549,6 milhões para R$ 545,7 milhões e o patrimônio líquido de cerca de R$ 693,5 milhões para R$ 685,6 milhões. No mês, o retorno total pela ótica de mercado mais rendimentos foi de 0,42%, contra um IFIX de -1,46%, e pela ótica patrimonial mais rendimentos foi de -0,19%. No acumulado de 2026, o retorno patrimonial mais rendimentos está em 2,42%, contra -0,33% do IFIX. O número de cotistas passou de 26.388 para 26.218, enquanto a liquidez média diária subiu de cerca de R$ 1,38 milhão para R$ 1,68 milhão.
O resultado financeiro de agosto foi de R$ 6,22 milhões, acima dos R$ 4,89 milhões de julho, com resultado por cota de R$ 0,080 contra R$ 0,063 no mês anterior e proporção distribuída de 99,6% contra 126,7%. A melhora reflete principalmente a ausência do efeito negativo de cerca de R$ 1,5 milhão da liquidação do HGPO11 que havia pressionado julho, com a linha de ganho de capital e não recorrentes zerada em agosto. A receita de FIIs ficou praticamente estável, de R$ 5,27 milhões para R$ 5,30 milhões, enquanto a receita de CRI caiu de R$ 353 mil para R$ 217 mil e as receitas de outros ativos financeiros caíram de R$ 1,35 milhão para R$ 1,15 milhão. As despesas totais recuaram de cerca de R$ 542 mil para cerca de R$ 453 mil. O resultado acumulado para distribuição foi mantido em R$ 0,011 por cota.
Na carteira, a gestão informou duas movimentações, a ampliação da posição em JSRE11 e a abertura de posição nova em KNHY11, esta última descrita como tática e com perspectiva de desinvestimento no curto prazo. Isso aparece nos percentuais, com o JSRE11 passando de 1,76% para 1,94% dos ativos e o KNHY11 entrando com 1,59%. A parcela em ativos de liquidez passou de cerca de 23%, ou R$ 160 milhões, para cerca de 22%, ou R$ 149 milhões, e a posição em CRI foi mantida em cerca de R$ 28 milhões, ou 4% da carteira, concentrada no CRI HSLG Bemol. A composição segue com 73% em cotas de FII, com os maiores pesos em FPAB11 com 10,52%, RCRB11 com 7,14% e PSEC11 com 5,84%. Por segmento, recebíveis foram de 32% para 33%, lajes corporativas mantidas em 27% e fundo de fundos de 23% para 22%. A novidade no relatório é a projeção de distribuição para setembro a dezembro de 2026 em uma banda entre R$ 0,075 e R$ 0,095 por cota. A mensagem do gestor mantém a leitura de que o desconto dos FIIs de tijolo cria assimetria frente à ocupação em níveis máximos e aluguéis em alta em lajes e logística.