O relatório do auditor independente da PwC sobre as demonstrações contábeis do JSAF11 em 31 de dezembro de 2025 apresenta opinião sem ressalvas, confirmando que os balanços refletem adequadamente a posição financeira do fundo, de acordo com as práticas contábeis brasileiras para FIIs. O principal foco da auditoria foi a existência e mensuração ao valor justo dos investimentos em cotas de fundos imobiliários, conciliados com a B3 e avaliados por cotações de mercado. O patrimônio líquido cresceu para R$ 717,6 milhões, com ativo total de R$ 724,5 milhões, impulsionado por ativos imobiliários de R$ 673,4 milhões, principalmente cotas de FIIs como FPAB11, PSEC11 e RCRB11, além de CRIs, ações e títulos públicos.
No exercício de 2025, o JSAF11 registrou resultado positivo de R$ 146,7 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 41,8 milhões de 2024, com destaque para ganhos em cotas de FIIs (R$ 133,9 milhões), CRIs (R$ 8,8 milhões) e ações (R$ 7,3 milhões), menos despesas operacionais de R$ 6,6 milhões. O resultado por cota foi R$ 1,89, com valor patrimonial da cota em R$ 9,26, ante R$ 8,42 em 2024. O fluxo de caixa operacional gerou R$ 111,7 milhões, enquanto as mutações do PL mostram lucros acumulados de R$ 150,7 milhões após distribuições.
O fundo distribuiu R$ 81,6 milhões em rendimentos (105% do lucro caixa mínimo), com cotas negociadas na B3 a R$ 7,77 em dezembro de 2025. A carteira é diversificada em cerca de 50 FIIs, com ênfase em estratégias de renda e crédito imobiliário, e sem demandas judiciais significativas. O número de cotistas subiu para 23.527, e as taxas de administração e gestão somam cerca de 1% ao ano.