No relatório de janeiro/2026 do JSAF11, o fundo registrou retorno consolidado de 2,87%, superando o IFIX em 0,56 ponto percentual, com cota de fechamento a R$8,08 e patrimonial a R$9,44. O rendimento distribuído foi de R$0,080 por cota, igual ao de dezembro/2025, correspondendo a 0,99% mensal ou 11,88% anualizado sobre a cota de mercado, mantendo o patamar iniciado em novembro/2025 para equalizar dividendos ao resultado recorrente.
O resultado financeiro totalizou R$7,58 milhões, acima dos R$7,34 milhões de dezembro, com receitas de FII em R$6,64 milhões (contra R$5,70 milhões), CRI em R$0,28 milhão (R$0,25 milhão) e outros ativos em R$0,47 milhão (R$0,41 milhão), mas ganho de capital caiu para R$0,71 milhão (R$1,52 milhão). A proporção de distribuição foi de 81,8% do resultado (84,5% em dezembro), gerando reserva acumulada de R$0,021 por cota, superior aos R$0,004 anteriores, impulsionada por destravas de valor mapeadas pela gestão.
Na carteira, a composição mudou para 85% em cotas de FII (88% em dezembro), 10% em ações listadas (7%), 4% em CRI (1%) e 1% em liquidez (4%). Nos segmentos, destaque para shopping centers em 25% (5% antes), logística em 9% (12%), renda urbana em 10% (2%) e lajes corporativas em 2% (26%), enquanto recebíveis imobiliários ficou estável em 39%. O CRI HSLG11 Bemol representa 3,79% do PL (3,86% antes), com duration de 4,75 anos. Alocação por estratégia se manteve próxima, com 48% em renda (46%).
Liquidez média diária foi de R$1,94 milhão (R$2,20 milhão em dezembro), com volume negociado de R$38,76 milhões e giro de 5,30%, enquanto cotistas subiram para 24.632 (23.527). A gestão adota postura conservadora de curto prazo, sem alterar estratégia de geração de valor, e inicia 2026 com reservas positivas em recomposição.