No mês de julho de 2026 o JSAF11 apresentou cota de mercado em R$ 7,09, abaixo dos R$ 7,38 registrados em junho, enquanto a cota patrimonial caiu de R$ 9,13 para R$ 8,95. O valor de mercado do fundo recuou de R$ 572,1 milhões para R$ 549,6 milhões, e o valor patrimonial passou de R$ 708,1 milhões para R$ 693,5 milhões. O número de cotistas diminuiu de 26.490 para 26.388, e a liquidez média diária reduziu de R$ 1,68 milhão para R$ 1,38 milhão.
O retorno consolidado do mês foi de -1,18%, comparado a -0,74% em junho. No acumulado de 2026, o retorno ficou em 2,62%, contra 3,85% até junho. O dividend yield mensal foi de 1,13%, ligeiramente acima dos 1,08% do mês anterior, mantendo a distribuição de R$ 0,080 por cota.
O fundo encerrou julho com 23% da carteira em ativos de liquidez, equivalente a cerca de R$ 160 milhões, ante 22% em junho e 10% no início de 2026. A posição em CRI permaneceu em torno de 4% da carteira. A composição por estratégia mostrou 54% em renda, 24% em ganho de capital e 22% em ganho de capital mais renda, sem alterações relevantes em relação ao mês anterior.
No resultado financeiro, o item Ganho de Capital e Não Recorrentes registrou R$ -1,55 milhão em julho, impactado pela liquidação do HGPO11, contra R$ -2,29 milhões em junho. O resultado acumulado para distribuição caiu de R$ 0,028 por cota em junho para R$ 0,011 por cota em julho, com a proporção de distribuição em relação ao resultado subindo para 126,7%.
A projeção de distribuição permanece em R$ 0,080 por cota para os meses seguintes, diferente do relatório de junho que indicava R$ 0,085 até outubro de 2025 antes de estabilizar em R$ 0,080. O gestor destacou a manutenção de posição elevada em liquidez como decisão estratégica para permitir alocações seletivas, citando oportunidades em cotas de FIIs de tijolo com desconto de mercado.