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IFRI11 Cotação: R$ 83,55 Queda de 5,91%

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IFRI11

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Cotação: R$ 83,55

Queda de 5,91%

R$ por cota · 03/11/2026 14:47 · B3

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Carta do gestor · Setembro/2026

Referência 16/10/2026 · entregue 16/10/2026 14:37

Em uma linha

Oferta pública encerrada em 21 de setembro captou R$ 562 milhões e aumentou o patrimônio em aproximadamente 50%

Resumo

A carta do gestor do IFRI11 referente a setembro de 2026 apresenta um fundo que busca, no longo prazo, retorno de CDI mais 0,5% a 1,0% ao ano, investindo em títulos privados incentivados de infraestrutura, sem incidência de imposto de renda para pessoa física. Em setembro, a cota patrimonial fechou em 96,1 e a cota de mercado em 97,0, com rentabilidade nominal de 4,09% nos últimos 12 meses, o que representa 10,39% abaixo do CDI no período. Desde o início do fundo, em maio de 2024, o retorno acumulado foi de 32,02% pela cota patrimonial e 34,87% pela cota de mercado, contra 35,23% do CDI. A distribuição referente a setembro foi de R$ 1,00 por cota, equivalente a 93,9% do CDI do mês, e as distribuições acumuladas desde o início somam 106% do CDI.

O gestor relata que setembro teve emissões tímidas de debêntures incentivadas, com cerca de R$ 7 bilhões emitidos, embora acima de agosto, e forte aceleração de resgates nos fundos abertos de infraestrutura, com R$ 5,9 bilhões de saída líquida. No mercado secundário, houve pressão vendedora tanto de tesourarias de instituições financeiras quanto de gestores buscando liquidez para honrar resgates, o que abriu os spreads de crédito em cerca de 38 pontos-base na cesta IDA IPCA-Infraestrutura, afetando inclusive fundos fechados como o IFRI11. O gestor classifica esse movimento como de natureza técnica, sem relação com deterioração da qualidade de crédito dos emissores. Aproveitando os spreads mais atrativos, o fundo adquiriu cerca de R$ 47 milhões em papéis de 11 emissores nos setores de energia, óleo e gás e saneamento, incluindo R$ 7,7 milhões em debêntures da Águas de Teresina a um spread médio de 2,32% ao ano. Segundo a carta, o fundo encerrou a alocação dos recursos captados na oferta e apresenta carrego da ordem de CDI mais 1,39%, com carteira sem intercorrências de crédito.

Outro ponto destacado é o encerramento da oferta pública de cotas em 21 de setembro, que captou R$ 562 milhões e aumentou o patrimônio do fundo em aproximadamente 50%; os investidores que participaram já podem negociar suas cotas na B3 desde 6 de outubro. Ao final de setembro, o patrimônio líquido era de R$ 1.513 milhões, com 20.475 cotistas e volume médio diário negociado de R$ 1.510 mil. A carteira estava 94% alocada em crédito privado, com spread médio a mercado de CDI mais 1,49% e duration média de 5,4 anos. Em relação ao risco de crédito, 22% da carteira estava em ativos com rating AAA, 11% em AA+, 14% em AA, 15% em AA-, além de 24% sem rating definido. A maior exposição setorial era em saneamento, com 15%, seguida por rodovias, com 12%, telecomunicações, com 9%, e transmissão de energia e óleo e gás, com 8% cada. A taxa de administração é de 0,85% ao ano e o pagamento de rendimentos ocorre no quinto dia útil do mês.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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