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IFRI11 Cotação: R$ 83,55 Queda de 5,91%

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IFRI11

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Cotação: R$ 83,55

Queda de 5,91%

R$ por cota · 03/11/2026 14:47 · B3

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Carta do gestor · Setembro/2026

Referência 13/10/2026 · entregue 13/10/2026 15:08

Em uma linha

Patrimônio líquido de R$ 1.513 milhões ao fim de setembro, com 20.475 cotistas e 94% em crédito privado

Resumo

A carta do gestor do IFRI11 referente a setembro de 2026 apresenta o fundo como uma estratégia de investimento em títulos privados incentivados ligados a infraestrutura, com objetivo de retorno de longo prazo de CDI mais 0,5% a 1,0% ao ano e isenção de imposto de renda para pessoa física. Ao final do mês, o patrimônio líquido somava R$ 1.513 milhões, com 20.475 cotistas, sendo 94% alocado em crédito privado, spread médio a mercado de CDI mais 1,49%, duration média de 5,4 anos e carrego total do fundo de CDI mais 1,39%. A carteira está distribuída principalmente entre saneamento (15%), rodovias (12%), telecomunicações (9%), transmissão de energia (8%) e óleo e gás (8%), com 22% dos ativos com rating AAA e 24% sem classificação atribuída.

No comentário sobre o mercado, o gestor relata que setembro foi um mês fraco em novas emissões de debêntures incentivadas, com cerca de R$ 7 bilhões emitidos, e de forte aceleração nos resgates de fundos abertos de infraestrutura, que registraram R$ 5,9 bilhões de saída líquida, contra R$ 3,1 bilhões em agosto. Esse movimento, somado à venda de papéis por tesourarias de bancos e por gestores buscando liquidez, pressionou o mercado secundário e abriu em 38 pontos base os spreads da cesta do IDA IPCA-Infraestrutura, afetando todos os fundos do setor, inclusive os fechados e listados. O gestor destaca que essa abertura tem natureza técnica e não reflete deterioração da qualidade de crédito dos emissores.

Aproveitando os spreads mais altos, o IFRI11 adquiriu no mercado secundário cerca de R$ 47 milhões em papéis de 11 emissores dos setores de energia, óleo e gás e saneamento, com destaque para R$ 7,7 milhões em debêntures da Águas de Teresina a um spread médio de 2,32% ao ano. Com isso, o fundo concluiu a alocação dos recursos captados na oferta mais rapidamente do que o planejado. O gestor afirma ainda que a carteira segue sólida e sem intercorrências de crédito.

Sobre os rendimentos, a distribuição referente a setembro foi de R$ 1,00 por cota, equivalente a 93,9% do CDI do mês, enquanto as distribuições acumuladas desde o início do fundo somam 106% do CDI. Nos últimos 12 meses, a rentabilidade nominal foi de 4,09%, ficando 10,39% abaixo do CDI, e desde o início o retorno acumulado da cota patrimonial foi de 32,02% e o da cota de mercado, 34,87%, contra 35,23% do CDI. Por fim, a carta informa que a oferta pública de cotas foi encerrada em 21 de setembro, com captação de R$ 562 milhões e aumento de aproximadamente 50% no patrimônio do fundo, e que os novos cotistas já podem negociar suas cotas na B3 desde 6 de outubro, com volume médio diário negociado de R$ 1.510 mil no mês.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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