No relatório de janeiro de 2026 do HSLG11, o valor de mercado caiu para R$ 1.160.548.342 ou R$ 91,67 por cota, ante R$ 1.167.891.181 ou R$ 92,25 por cota em dezembro de 2025, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 1.391.042.297 ou R$ 109,88 por cota, de R$ 1.387.874.610 ou R$ 109,63 por cota. A liquidez diária média reduziu para R$ 756.397, de R$ 1.127.980, e o número de cotistas foi para 40.289, de 40.337.
O portfólio manteve 100% de ocupação e adimplência total dos locatários, com todos os ativos a até 30 km das capitais. Destaque para reajuste pelo IPCA de +4,26% nos últimos 12 meses em contratos com Ibratec, Fresenius e SOS Tecnologia no HSI Log. Castelo, que representam 36,6% da receita do ativo e 5,9% da receita total do fundo; o aluguel médio ali passou de R$ 25,00 para R$ 25,40 por m², e o do portfólio todo de R$ 26,10 para R$ 26,20 por m². A gestão negocia com o Mercado Livre os termos da expansão no galpão de Araucária, prevista para adicionar cerca de 11 mil m² à ABL, elevando-a acima de 100 mil m². O valor de mercado médio por m² do portfólio fechou em R$ 3.004, com cap rate implícito de 10,5%, ante R$ 3.015 e 10,4% em dezembro.
A visão macro do gestor atualizou projeções para 2026: IPCA para 3,87% ante 4,23% anterior, câmbio final em R$ 5,21 ante R$ 5,51, e Selic em 11,50% ao fim do ano com corte inicial de 0,50 p.p. em março, maior que os 0,25 p.p. projetados antes, seguido de sete cortes de 0,50 p.p.; PIB mantido em 2,1%. O guidance de distribuição para o 1º semestre de 2026 segue entre R$ 0,72 e R$ 0,76 por cota.
O resultado operacional de janeiro foi R$ 9.893.853 ou R$ 0,78 por cota, com receita imobiliária de R$ 13.476.504, alta ante R$ 12.778.993 em dezembro, impulsionada pelos reajustes; a distribuição foi R$ 0,72 por cota, com dividend yield anualizado de 9,4%, e reserva acumulada subiu para R$ 1,21 por cota, de R$ 1,15. A rentabilidade da cota foi 0,2% no mês, ante 1,7% em dezembro e 2,3% do IFIX.
A alavancagem líquida permaneceu em 19,6%, com saldo consolidado de obrigações em R$ 406,9 milhões, de R$ 406,6 milhões. A composição de receita por locatários mostrou leves ajustes, como Ibratec para 5,0% ante 4,8%, e potencial redução da concentração em Casas Bahia de cerca de 12 p.p. para 19% após novas comercializações. A retrospectiva de 2025 lista eventos como entrega do BTS Meli em julho, revisional com Profarma em agosto e notificação de expansão em setembro.