No mês de maio de 2026, o HGRE11 registrou receita total de R$ 1,10 por cota e resultado distribuível de R$ 0,89 por cota, com rendimento anunciado de R$ 0,85 por cota. O resultado foi impactado por eventos não recorrentes de R$ 0,08 por cota, sendo R$ 0,07 decorrentes da realização de ganho de capital na venda de posições em fundos imobiliários. A reserva acumulada chegou a R$ 3,07 por cota ao final do mês.
A vacância do HGRE11 permaneceu estável em 5,8% física e 4,4% financeira. A gestora ajustou a metodologia de cálculo da vacância financeira para considerar o diferencial de preço na área de alimentação do Edifício Martiniano. Não houve movimentações de locatários no período analisado.
A alavancagem do HGRE11 ficou em 2,2%, com saldo devedor de R$ 38,8 milhões no CRI Chucri Zaidan. A gestora projeta redução para 1,9% até o final de 2026, mantendo a estrutura atual para otimizar o retorno sem comprometer o capital. O fundo encerrou o mês com 86% dos ativos em imóveis, 3% em CRI e 2% em FIIs, sendo que a alocação em fundos imobiliários caiu de níveis próximos a 3,4% em fevereiro e março para 2,0% em maio.
O HGRE11 apresentou desempenho de 0,3% no mês, enquanto o IFIX recuou 1,3%. No acumulado de 2026, o fundo soma alta de 9,0%. O número de cotistas do HGRE11 chegou a 144,6 mil em maio, ligeiramente acima dos 144,5 mil registrados em abril.
Na carteira imobiliária, não houve alterações relevantes na composição dos ativos ou na distribuição geográfica, com 95% dos recursos em São Paulo. A estratégia comercial destacou negociações em andamento no Edifício Guaíba para expansão de ocupação, continuidade do processo de venda no Edifício Transatlântico e nova negociação de locação no Edifício Jatobá, que avança para fase de minuta. A projeção de vacância indica possível elevação para 6,6% a partir de julho.