HGRE11

PATRIA ESCRITÓRIOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

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Ativo

Referência

28/08/2026

Entrega

28/08/2026 19:35

Resumo

O HGRE11 (Patria Escritórios FII) anunciou sua 10ª emissão de cotas, em regime de melhores esforços e registro automático na CVM, com volume inicial de aproximadamente R$ 700 milhões. O preço de emissão é de R$ 146,64 por cota (subscrição a R$ 146,71), com base na cota patrimonial de julho de 2026, e a oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais, com comissionamento do coordenador líder arcado pela gestora. O cronograma prevê anúncio em 28/08/2026, exercício do direito de preferência entre 08/09 e 21/09/2026 e data máxima de encerramento em 24/02/2027. A gestão é da Patria Investimentos, com administração do Banco Genial e coordenação do Itaú BBA.

O fundo, classificado como FII de Tijolo, subclassificação Renda, com gestão ativa, possui atualmente patrimônio líquido de R$ 1,7 bilhão, distribuído em 13 ativos de lajes corporativas com 143 mil m² de área bruta locável, vacância física de 6,6% e dividend yield patrimonial de 7,0%. Em 17 anos de existência, acumula retorno de 11,1% ao ano, acima do CDI bruto no período. Os recursos da emissão serão destinados a um pipeline indicativo de 8 imóveis, avaliados em cerca de R$ 1,15 bilhão, localizados em regiões estratégicas como Chucri Zaidan, Pinheiros, Itaim, Vila Olímpia e Zona Sul do Rio de Janeiro, com participação no controle de 100% dos ativos do pipeline. Com isso, o portfólio passaria de 13 para 21 imóveis, o patrimônio para cerca de R$ 2,4 bilhões e a exposição a ativos de qualidade A-AAA subiria de 46% para 52%. A gestora também destaca o HGRE11 como veículo de referência para uma eventual futura consolidação dos fundos de escritórios sob sua administração.

No contexto de mercado, o material argumenta que a queda da taxa Selic tende a favorecer a reprecificação dos FIIs e aponta recuperação gradual do mercado de escritórios de alto padrão, com redução da vacância nas regiões core de São Paulo de cerca de 20% em 2021 para 8,9% em meados de 2026, além de alta de 45% no preço médio pedido. O documento dedica extensa seção a fatores de risco, incluindo restrições de liquidez das novas cotas (revenda ao público qualificado apenas após 6 meses e ao público geral após 1 ano do encerramento), riscos de vacância, inadimplência, concentração geográfica em São Paulo, desvalorização imobiliária, tributários, regulatórios e a limitação do escopo das auditorias imobiliárias, ressaltando que a oferta não foi analisada previamente pela CVM ou ANBIMA e que não constitui recomendação de investimento.