Este documento é o anúncio de início de uma oferta pública primária da 10ª emissão de cotas do HGRE11 (Patria Escritórios – Fundo de Investimento Imobiliário), registrada na CVM em 28 de agosto de 2026 sob o rito automático da Resolução CVM 160. A oferta prevê a emissão de até 4.773.595 novas cotas ao preço unitário de R$ 146,64, o que representa um montante inicial de aproximadamente R$ 700 milhões, sem considerar a taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota. Há ainda a possibilidade de distribuição parcial, desde que seja atingido o montante mínimo de cerca de R$ 1 milhão (equivalente a 6.820 cotas). O investimento mínimo por investidor é de 10 cotas (R$ 1.467,10), e a oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais, como instituições financeiras, fundos de investimento e pessoas com mais de R$ 10 milhões em aplicações financeiras.
A operação é conduzida pelo Itaú BBA como coordenador líder, com o Banco Genial como administradora e a Patria Investimentos como gestora, sob o regime de melhores esforços de colocação. Caso a demanda supere a quantidade ofertada, a alocação será feita de forma discricionária pelo coordenador, podendo considerar critérios como diversificação da base de investidores e perfil de permanência, sem rateio proporcional obrigatório. Pessoas vinculadas ao fundo podem participar, mas, em caso de excesso de demanda superior a um terço das cotas ofertadas, suas solicitações podem ser automaticamente canceladas, ressalvadas exceções previstas na regulamentação.
O cronograma indicativo estabelece que o período de exercício do direito de preferência pelos cotistas atuais ocorre entre 8 e 21 de setembro de 2026 (com data de corte em 2 de setembro), e a coleta de intenções de investimento começa em 23 de setembro, com prazo máximo de encerramento da oferta em fevereiro de 2027, podendo essas datas ser alteradas pelo coordenador. Os recursos arrecadados serão incorporados ao patrimônio do fundo, e as novas cotas passarão a ser negociadas livremente na B3 após a liberação dos recibos de subscrição. Vale destacar que o registro pela CVM não implica avaliação sobre a qualidade do fundo, e as novas cotas não contam com classificação de risco por agência classificadora.