No relatório de julho de 2026 do HGRE11, a receita total atingiu R$ 1,44 por cota e o resultado distribuível R$ 1,15 por cota, com impacto positivo não recorrente de R$ 0,45 por cota proveniente da venda de dois conjuntos no 11º andar do Berrini One. A venda das posições remanescentes em FIIs gerou dedução de R$ 0,06 por cota. A distribuição anunciada foi de R$ 0,85 por cota, com pagamento previsto para 14 de agosto, mantendo o patamar projetado para o segundo semestre, e a reserva acumulada chegou a R$ 2,58 por cota.
A vacância física subiu para 6,6% e a financeira para 8,1%, após a saída da locatária Armac no edifício Jatobá. No mês anterior, esses indicadores estavam em 5,8% e 7,6%, respectivamente. Reajustes em 28.479 m² geraram incremento de R$ 0,01 por cota na receita imobiliária.
A alavancagem recuou de 2,2% em junho para 2,1% em julho. Foi aprovada a 10ª emissão de cotas no valor inicial de R$ 700 milhões, destinada a investidores profissionais, com foco em aquisições para elevar qualidade e diversificação do portfólio. O número de cotas emitidas permanece em 11.817.767.
No primeiro semestre de 2026, o resultado recorrente foi de R$ 0,76 por cota, abaixo da projeção de R$ 0,86, afetado pelo ajuste de aluguel na renovação da TOTVS. A vacância física média do semestre ficou em 5,8%. A alocação em FIIs foi reduzida para 0,3% do patrimônio líquido.
O patrimônio líquido do HGRE11 fechou julho em R$ 1.732,9 milhões, com cota patrimonial de R$ 146,64. O valor de mercado foi de R$ 1.415,8 milhões, cotação de R$ 119,80 e P/VP de 0,82x. A ABL totalizou 143.387 m², ligeiramente abaixo dos 144.305 m² de junho, com WALE de 4,7 anos. Os principais locatários continuam sendo TOTVS e Vivo, cada um com 23% da receita.
O desempenho do mês foi de -6,0%, enquanto em junho havia sido -0,1%. No acumulado de 2026, o HGRE11 registra alta de 2,3%.