No relatório de março 2026 do HGRE11, o fundo registrou receita total de R$ 1,73 por cota e resultado distribuível de R$ 1,44 por cota, impulsionado não recorrentemente pelo recebimento da última parcela da venda do edifício Faria Lima, que somou R$ 0,63 por cota, diferente de fevereiro, quando o não recorrente veio de venda Vivo Curitiba e FIIs. A distribuição manteve R$ 0,85 por cota, paga em 15 de abril, com reserva acumulada subindo para R$ 2,96 por cota.
A vacância física permaneceu em 5,8% e financeira em 4,0%, igual a fevereiro, sem movimentações de locatários no mês, após entradas de restaurantes no Martiniano no período anterior. O WALE ficou em 3,5 anos, ante 3,6 anos.
Foram realizados reajustes em 9.053 m² de ABL, contra 8.283 m² em fevereiro. A alavancagem seguiu em 2,4%, com 73% dos vencimentos acima de 12 meses, e projeção de queda para 1,8% no início de 2027.
O patrimônio líquido caiu para R$ 1.744 milhões e cota patrimonial para R$ 147,58, de R$ 1.745,9 milhões e R$ 147,73 em fevereiro; valor de mercado foi R$ 1.424 milhões e cota de R$ 120,50, de R$ 1.549,4 milhões e R$ 131,11, com P/VP em 0,82x ante 0,89x. Composição da carteira: 90% em imóveis, 3% em CRI e 3% em FIIs, ante 86%-3%-3%.
Parcelas a receber somam R$ 18,7 milhões no curto prazo, com destaque para venda Curitiba em R$ 15,8 milhões e Transatlântico em R$ 3 milhões; sem mais Faria Lima após recebimento. Parcelas a pagar no CRI Chucri Zaidan: R$ 10,5 milhões curto e R$ 30,1 milhões longo.
Performance do HGRE11 foi -7,5% no mês, ante +6,4% em fevereiro, com acumulado 2026 em -0,3% de +7,8%; IFIX office caiu 1,7%, revertendo +3,8%. Número de cotistas subiu para 144,2 mil, de 143,9 mil, com ADTV em R$ 2,6 milhões.
Na estratégia comercial, foco na redução de vacância no Jatobá com visitas e expansões, discussões com Armac para devolução flexível, venda de conjuntos no Transatlântico e expansão no Guaíba; funil de locação mostra 1.607 m² em negociação comercial e 807 m² em minutagem. Alocação em FIIs estável em 3,4% do PL.