HGCR11

PÁTRIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/08/2026

Entrega

11/09/2026 20:06

Resumo

Em agosto o HGCR11 apresentou resultado distribuível de R$0,89 por cota, abaixo dos R$1,02 por cota de julho, com impacto principalmente da desaceleração da inflação no período. Mesmo assim manteve a distribuição anunciada em R$1,00 por cota, a ser paga em 15 de setembro, e indicou previsão de manutenção desse patamar para o trimestre, com potencial de novo incremento no quarto trimestre de 2026, mesma sinalização do mês anterior. Com o uso de reserva para complementar o pagamento, a reserva acumulada caiu para R$0,58 por cota ante R$0,69 em julho, e o saldo de inflação acruada passou para R$1,58 por cota ante R$1,62, somando R$2,16 por cota em resultados acumulados mais inflação acruada ante R$2,31 em julho.

Na carteira, o HGCR11 elevou o nível de alocação para 99,2% do patrimônio líquido ante 97,4% em julho, sendo 90,8% em CRI e Operações Estruturadas ante 89,1%, com rentabilidade média de 16,6% ao ano equivalente a IPCA mais 10,1% ao ano, ante 16,2% e IPCA mais 10,4% no mês anterior, com prazo médio de 3,6 anos e spread de 2,0% estáveis. O número de ativos seguiu em 44 CRI e 4 Operações Estruturadas, mas houve mudança no mix de indexadores, com redução da parcela em IPCA para 81,1% ante 83,1% e aumento da parcela em CDI para 16,5% ante 14,4%, além de 2,3% em pré-fixada e 0,1% em IGP-M. As movimentações do mês refletiram essa estratégia de buscar mais carrego em CDI, com aumento de R$20,6 milhões no CRI Iguatemi Fortaleza Mez a CDI mais 1,5% ao ano e de R$9,2 milhões no CRI Natural One a CDI mais 2,2% ao ano, além da montagem de nova posição de R$5,4 milhões no CRI Brookfield PDC a CDI mais 2,0% ao ano, com vencimento em novembro de 2027 e garantias em imóveis de varejo alimentar no Complexo Parque da Cidade em São Paulo. A gestão indicou que esse movimento de aumento em CDI ou pré-fixados deve continuar nos próximos meses. No sentido oposto, o HGCR11 vendeu o restante da posição no CRI GPA RBVA por R$4,3 milhões com prejuízo de R$0,01 por cota, após venda parcial de R$5,5 milhões em julho com prejuízo de R$0,04 por cota, concluindo a saída dos CRIs com risco GPA iniciada no fim de 2025.

O patrimônio líquido do HGCR11 fechou agosto em R$1.508,5 milhões ou R$97,84 por cota ante R$1.501,7 milhões em julho, e o valor de mercado foi a R$1.469,3 milhões ou R$95,30 por cota ante R$1.450,5 milhões, mantendo o P/VP em 0,97 vez. O volume médio diário subiu para R$3,5 milhões ante R$2,5 milhões, enquanto o número de cotistas caiu para 100.820 ante 104.221. Na performance ajustada, o mês foi de alta de 2,4% ante 3,5% em julho, contra queda de 1,5% do IFIX em agosto. O HGCR11 terminou agosto sem operações compromissadas e sem ativos em watchlist, e teve uma deliberação de assembleia aprovada no mês referente ao CRI EBM.