As demonstrações financeiras do HGCR11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela KPMG sem ressalvas, mostram patrimônio líquido de R$ 1.517.166 mil, ante R$ 1.474.758 mil em 2024, com 15.418.106 cotas e valor unitário de R$ 98,40. A carteira é composta principalmente por certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) de longo prazo, totalizando R$ 1.213.777 mil ou 80% do PL, diversificados em emissores como Opea Sec e Virgo Sec, indexados a IPCA ou CDI, com ratings variando de AAA a BBB-. Cotas de FIIs somam R$ 235 mil no circulante, e aplicações em fundos de renda fixa R$ 84.207 mil. Não há operações compromissadas em 2025, diferentemente de R$ 27.101 mil em 2024.
O lucro líquido alcançou R$ 234.363 mil em 2025, contra R$ 71.893 mil em 2024, impulsionado por rendimentos de CRIs de R$ 299.380 mil, menos desvalorizações de R$ 57.531 mil e despesas administrativas de R$ 12.714 mil, incluindo taxa de administração de 0,80% a.a. (R$ 11.540 mil). O fundo distribuiu R$ 191.955 mil em rendimentos, equivalente a 95% do mínimo exigido, com saldo a pagar de R$ 15.418 mil. O fluxo de caixa operacional gerou R$ 179.812 mil, investimentos líquido R$ 58.248 mil e financiamento usou R$ 191.531 mil em distribuições.
As mutações do PL refletem o lucro retido após distribuições, reduzindo prejuízos acumulados para R$ 82.515 mil. O preço de cota na B3 variou de R$ 89,39 em jan/2025 a R$ 98,01 em dez/2025, com rentabilidade média de 14,65%. As notas destacam políticas de mensuração a valor justo, riscos de crédito e mercado, sem demandas judiciais ou eventos subsequentes relevantes até março/2026.