No relatório de abril de 2026 do HGCR11, o fundo registrou alta de 2,8% na cota, superior aos 1,0% de março, com patrimônio líquido estável em R$ 1.521,3 milhões e valor de mercado em R$ 1.536,9 milhões, elevando o P/VP para 1,01x ante 0,99x no mês anterior. O rendimento distribuído manteve-se em R$ 0,95 por cota, pago em 15 de maio, com resultado distribuível de R$ 0,98 por cota, reserva acumulada subindo para R$ 0,55 por cota de R$ 0,52 e inflação acumulada para R$ 1,24 por cota de R$ 1,06.
A alocação totalizou 97,5% do PL, com CRI e operações estruturadas em 88,8% e rentabilidade média de 15,3% a.a. (IPCA + 9,3%), prazo médio de 3,7 anos e spread de 1,4%, similar a março; a exposição em FII caiu para 8,7% de 8,9%. A carteira mantém 44 CRI e 3 operações estruturadas, com 84,9% indexados ao IPCA (ante 84,5%), e composição setorial com varejo em 39% (era 38%), logística e residencial em 19% e 18%.
Em movimentações, o gestor aumentou posições em CRI Mega Moda em R$ 79,5 milhões (IPCA + 8,90% a.a., elevando para 6,7% do PL) e CRI JFL Lorena II em R$ 7,7 milhões (IPCA + 10,51% a.a., para 2,6%); vendeu R$ 10 milhões de CRI JFL Lorena (ganho de R$ 0,02 por cota), R$ 60 mil de CRI Globo e R$ 1,9 milhão de FII VRTA11 (prejuízo de R$ 0,03 por cota), alinhado à redução estratégica em FII para fundos de crédito do Patria. Em março, houve aumentos em Union e Ecopark II, com vendas gerando ganhos de R$ 0,12 por cota no total.
Sem novos CRI na watchlist e sem compromissadas. Atualização no FII Corporate Chucri (4,7% do PL): dação em pagamento das lajes em março permitiu propriedade direta, com venda anunciada em dezembro de 2025 por R$ 100 milhões (líquido de impostos) pendente de condições, esperando detalhes em breve. Assembleias em abril aprovaram matérias de CRI JFL Lorena e Sforza.
Número de cotistas subiu para 103.796 de 103.614, com volume médio diário de R$ 3,4 milhões ante R$ 3,9 milhões. No setor, IFIX avançou 1,5% em abril após queda de 1,1% em março, com CRIS liderando em +2,1%.