No relatório de dezembro-25 do HCTR11, a distribuição anunciada subiu para R$ 0,40 por cota, equivalente a dividend yield mensal de 1,90% sobre a cota de fechamento a R$ 21,00, contra R$ 0,29 por cota em novembro-25 com yield de 1,40% sobre R$ 20,70. Essa distribuição considera o resultado caixa acumulado no semestre, que gerou R$ 0,31 por cota no mês, similar aos R$ 0,34 de novembro.
O patrimônio líquido atingiu R$ 2,336 bilhões, com cota patrimonial de R$ 105,74, ante R$ 2,331 bilhões e R$ 105,53 em novembro. O número de cotistas caiu para 130.689, de 132.058 no mês anterior.
Na DRE contábil de dezembro, receitas totais foram R$ 13,3 milhões, com resultado de R$ 12,8 milhões ou R$ 0,58 por cota, impactado por marcação a mercado negativa de R$ 14 milhões na linha de FIIs, principalmente HCHG11; acumulado do semestre mostra receitas de R$ 156 milhões e resultado de R$ 153 milhões ou R$ 6,93 por cota. No fluxo de caixa, recebimentos de CRIs somaram R$ 6,1 milhões, gerando net caixa sem distribuição de R$ 6,9 milhões ou R$ 0,31 por cota.
A composição da carteira manteve FIIs em 92% do total, com CRIs em 7% e caixa em 0,9%; nos FIIs, HCHG11 passou a 48% do subportfólio de 43% em novembro, enquanto HCST11 caiu para 27% de 34%. Nos CRIs, multipropriedade subiu para 46% de 45%, e 78% das operações estão com obras 100% concluídas; faixa de vendas até 50% foi para 20% de 19%. Resumo de status dos CRIs: em dia 12%, carência de juros 75% ante 74%, inadimplentes 14%.
Os comentários do gestor destacam foco contínuo em cobrança de inadimplentes com securitizadoras e monitoramento mensal de empresas com waivers, sem menção a novos eventos como o pré-pagamento do CRI Thermas de São Pedro e alienação de ativos do HCHG11 ocorridos em novembro. A cota de fechamento subiu para R$ 21,00, com volume total de R$ 14,8 milhões e liquidez diária média de 12 meses em R$ 993 mil, contra R$ 15 milhões e R$ 1,02 milhão em novembro.