No relatório de agosto de 2026 do GZIT11, que traz dados consolidados de junho, o fundo registrou NOI acumulado de R$ 74,4 milhões, queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o resultado caixa somou R$ 58,7 milhões, redução de 2,3% no comparativo anual. A distribuição manteve-se em R$ 0,42 por cota, totalizando R$ 57,5 milhões no semestre, equivalente a 98% do resultado gerado. Em comparação com o relatório anterior de julho de 2026, que apresentava NOI de R$ 62,1 milhões até maio com alta de 2,5% no resultado caixa acumulado, o período atual mostra maior influência de despesas não operacionais, especialmente a taxa de administração implementada neste ano.
A partir de junho de 2026, a amortização mensal do CRI subiu de 0,04% para 0,3%, elevando o valor para aproximadamente R$ 1,8 milhão por mês até o fim do primeiro semestre de 2027. O saldo da dívida bruta alcançou R$ 834,9 milhões, com dívida líquida de R$ 744,8 milhões após considerar o caixa de R$ 90,1 milhões. No relatório anterior, o saldo era de R$ 833,5 milhões e não havia menção a essa alteração na curva de amortização, que agora impacta diretamente a despesa financeira.
O fundo aplicou R$ 43 milhões em Capex no semestre, com 85% direcionados às obras do Deck Park. A gestão projeta rendimentos entre R$ 0,33 e R$ 0,39 por cota no segundo semestre de 2026, com linearização em torno de R$ 0,36 por cota. No relatório de julho, a distribuição permanecia em R$ 0,42 sem essa revisão de faixa para o período seguinte.
A taxa de ocupação fechou junho em 95,7%, ligeiramente superior aos 95,5% de junho de 2025 e próxima aos 95,8% de maio de 2026. As vendas do mês ficaram estáveis em R$ 216,8 milhões, com crescimento acumulado de 3,3% no ano. O Shopping Light continuou como destaque, com alta de 13% no NOI acumulado e avanço de 13,5% nas vendas até junho. O número de cotistas reduziu-se para 7.950, ante 8.032 no mês anterior, e o valor de mercado situou-se em R$ 966,9 milhões.