Relatório gerencial · Agosto de 2026
Referência 31/08/2026 · entregue 05/10/2026 18:47
Em uma linha
Distribuição de R$ 1,31 por cota em agosto, abaixo dos R$ 1,40 de julho, equivalente a CDI mais 5,76% ao ano
Resumo
No relatório referente a agosto de 2026, o EGAF11 anunciou a distribuição de R$ 1,31 por cota, equivalente a CDI mais 5,76% ao ano, patamar inferior aos R$ 1,40 pagos em julho e aos R$ 1,35 distribuídos em junho. O resultado gerado no mês foi de R$ 1,35 por cota, o que possibilitou uma retenção de R$ 0,04 por cota, elevando a reserva acumulada de resultados para R$ 0,62 por cota, frente aos R$ 0,51 registrados no encerramento de junho. O patrimônio líquido do fundo manteve estabilidade, encerrando em R$ 310,51 milhões.
A cota patrimonial do EGAF11 finalizou o período em R$ 99,15, comparada a R$ 99,19 em julho e R$ 99,07 em junho, entregando uma rentabilidade contábil de 1,38% no mês, equivalente a 126,14% do CDI. Por outro lado, a cota negociada a mercado manteve sua trajetória de desvalorização recente, fechando agosto a R$ 84,95, contra R$ 87,50 em julho e R$ 89,09 em junho, o que resultou em um retorno a mercado negativo de 0,94% no mês. O número de cotistas apresentou leve retração, passando de 12.673 em junho para 12.476 em agosto.
O nível de alocação em ativos-alvo avançou para 98,33% do patrimônio líquido, ante 96,19% em junho, mantendo a taxa média dos papéis em CDI mais 5,06% ao ano. O saldo em disponibilidades e caixa aumentou para R$ 21,58 milhões, superando os R$ 18,40 milhões de junho, montante apontado pela gestão como suficiente para cobrir os pagamentos de rendimentos até dezembro de 2026. Em relação às movimentações, o fundo vendeu parcialmente R$ 5,00 milhões nos ativos Café Brasil e Casa do Café, adquiriu R$ 10,88 milhões em emissões de Coopernorte e Toagro, e registrou R$ 11,77 milhões em recebimentos de juros, amortizações e liquidações antecipadas.
A carteira fechou o mês com 40 ativos e alterações na composição setorial. O segmento de cooperativas aumentou sua participação para 14% do portfólio, contra apenas 2% em junho, enquanto revendas reduziram sua fatia de 84% para 75%, middle passou a representar 10% e indústria 1%. A estrutura de risco consolidou 93% dos papéis em classe sênior, ante 87% em junho, com os 7% restantes em cota única. Houve também maior concentração nas principais culturas agrícolas, com soja atingindo 49,31% (frente a 37,50% em junho), milho com 22,89% e café com 10,52%. Regionalmente, Goiás permanece como a principal exposição, com 29,28%, enquanto o Pará teve avanço para 10,20% do patrimônio líquido, ante 3,47% em junho.
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