No relatório de abril de 2026, referente a março, o patrimônio líquido do CLIN11 caiu para R$ 423 milhões ante R$ 427,7 milhões em fevereiro, com cota patrimonial em R$ 97,32 contra R$ 98,40 e cota de mercado em R$ 90,49 versus R$ 91,88. O dividend yield de mercado subiu para 13,35% a.a. de 12,12% a.a., enquanto o patrimonial foi a 12,36% a.a. de 11,28% a.a., com distribuição mantida em R$ 0,95 por cota paga em 16/04. O número de cotistas permaneceu em 10.119, mas o ADTV recuou para R$ 923 mil de R$ 1,033 milhão.
O gestor reportou todas as operações adimplentes, com alocação em CRIs atingindo 87,9% do PL em 31 ativos, ante 85,9% em 29 operações no mês anterior. Foram adquiridos no primário o CRI JHSF Cidade Jardim, de R$ 26,5 milhões a IPCA + 9,26% para reformas de lojas no Shopping Cidade Jardim em SP, com fundo de reserva e coobrigação, e o CRI Diálogo II, de R$ 2,8 milhões a IPCA + 8,90% lastreado em recebíveis residenciais da Diálogo Engenharia em SP, com alienação fiduciária e fundo de reserva. Houve também alocações táticas em caixa para carrego.
A composição por indexador seguiu com 97% em IPCA e 3% pré, mas o spread médio IPCA caiu para +9,67% de +10,18%. Alocação total em CRIs subiu para 99% de 94%, FII para 1% de 6%, e renda fixa caiu para 12% de 18%. No segmento, residencial recuou para 35% de 41%, varejo subiu para 16% de 9%, corporativo imobiliário para 17% de 18%, e logístico manteve 15%. Duration manteve distribuição similar, com 33% acima de 4 anos.
Na demonstração de resultados, receita de CRIs em março foi R$ 3,3 milhões (R$ 0,76/cota), queda ante R$ 4,57 milhões (R$ 1,05/cota) em fevereiro, com receita de caixa subindo para R$ 890 mil (R$ 0,20/cota) de R$ 440 mil. Lucro líquido totalizou R$ 3,78 milhões (R$ 0,87/cota) de R$ 4,86 milhões (R$ 1,12/cota), e DY mensal foi 1,05% ante 1,03%, acima do IPCA M-2 de 0,33%. Acumulado 12 meses de DY em 13,31% a.a. No geral, o gestor mantém visão construtiva para FIIs de crédito, citando resiliência apesar de volatilidade global e IFIX -1,1% em março.