No relatório de janeiro de 2026, referente a dezembro de 2025, o CLIN11 registrou valor de mercado de R$ 382,5 milhões, alta ante R$ 372,5 milhões no mês anterior, com cota a mercado em R$ 88,00, de R$ 85,70. O valor patrimonial caiu para R$ 423,9 milhões, de R$ 425,2 milhões, e a cota patrimonial para R$ 97,51, de R$ 97,81. A distribuição mensal foi de R$ 0,95 por cota, referente a novembro, ante R$ 0,96 de outubro, equivalendo a rentabilidade mensal de 1,08% sobre o mercado, de 1,12% anterior.
O gestor realizou aquisição no mercado primário do CRI XPLG, no valor de R$ 20,5 milhões a IPCA + 8,76%, elevando o número de operações para 29 e a alocação para 85% do patrimônio líquido, de 81% em 28 operações no mês anterior. Também houve alocações pontuais de carrego em ativos táticos. Todos os ativos seguem adimplentes.
Na composição por segmento, residencial recuou para 38% do PL, de 41%, enquanto logístico subiu para 16%, de 11%, com impacto da nova operação XPLG, lastreada em portfólio logístico com LTV abaixo de 50% e garantias como cessão de locações e fundo de reserva. Outros segmentos mantiveram-se estáveis, com corporativo imobiliário em 18%, varejo 9% e escritório 6%.
O spread médio subiu para IPCA + 10,54% a.a., de 10,61%, com indexador IPCA em 97%, de 96%. Na duration, exposição acima de 4 anos aumentou para 27%, de 23%, e 2 a 3 anos caiu para 37%, de 39%. Renda fixa representou 15,5% do PL, de 19%.
Nos resultados de dezembro, receita de CRI foi R$ 2,735 milhões por cota R$ 0,63, queda ante R$ 3,832 milhões e R$ 0,88 em novembro; total receitas R$ 3,570 milhões e R$ 0,82 por cota, de R$ 4,818 milhões e R$ 1,11; lucro líquido R$ 3,223 milhões e R$ 0,74 por cota, de R$ 4,446 milhões e R$ 1,02. Resultado acumulado de 2025 totalizou R$ 53,544 milhões e R$ 12,32 por cota. ADTV ficou em R$ 1,229 milhão, de R$ 1,241 milhão, com 12.114 cotistas, de 12.116.
O gestor destaca perspectiva positiva para 2026 com ciclo de queda de juros sinalizado pelo Copom, IFIX com +3,14% em dezembro e +21,15% em 2025, e valorização de 6,52% nos preços residenciais pelo FipeZap em 2025. No acumulado desde outubro/2023, distribuições somam R$ 27,36 por cota, ou 12,79% a.a.