No relatório mensal de fevereiro de 2026 do CLIN11, o valor de mercado totalizou R$ 294 milhões, com cota de mercado em R$ 9,80 e cota patrimonial em R$ 10,13, resultando em valor patrimonial de R$ 303,9 milhões. A distribuição referente a janeiro foi de R$ 0,0902 por cota, correspondendo a dividend yield de 11,38% ao ano sobre a emissão ou patrimonial, equivalente a IPCA + 9% com defasagem de M-2.
A composição da carteira mostra 100% de indexação ao IPCA, alocada em 56% retrovenda, 35% desenvolvimento e 3% CRI, com todos os ativos concentrados em São Paulo e 100% no segmento residencial. No CRI, destaca-se o ativo Verso (código 24K2592164), com saldo MTM de R$ 9,3 milhões (3% do PL), taxa de 9% a.a. e duration de 1,2 ano.
Na retrovenda, os projetos avançaram nas obras e vendas: Quartier Capote (R$ 41,8 milhões) atingiu 24,5% das obras e 79,7% das vendas; Barô Higienópolis (R$ 39,8 milhões) com 60,8% obras e 68,9% vendas; Vista Madalena (R$ 31,7 milhões) em 27,5% obras e 65,6% vendas; Casa Jardins (R$ 31,4 milhões) concluída nas obras (100%) e 88,9% vendida; Park Mariana (R$ 28,3 milhões) com 67,9% obras e 86% vendas; Brook e DNA Vila Mariana praticamente concluídos e com vendas acima de 98%.
No desenvolvimento (equity), vendas estão elevadas em vários projetos iniciais: AP Paulista (R$ 21 milhões) com 100% vendas e 17% obras; QG Vila Nova Conceição (R$ 14 milhões) 99% vendas e 12,7% obras; QG Higienópolis (R$ 12,8 milhões) 37,3% vendas e 6,7% obras; QG Ferreira de Araujo 74,3% vendas; Saibro e Medelin com início de obras em janeiro e vendas acima de 68%; QG Vila Olimpia e QG Faria Lima acima de 99% vendas.
Comparado ao relatório anterior de janeiro (focado em CRIs com 93% da alocação, VP de R$ 423,9 milhões e distribuição de R$ 0,95 por cota), houve redução no valor patrimonial para R$ 303,9 milhões e mudança na estratégia para ênfase em retrovenda e equity residencial, com receitas imobiliárias por cota em janeiro caindo para R$ 0,1242 ante R$ 0,097 em dezembro anterior, mas resultado por cota de R$ 0,1100 após despesas de R$ 0,0171. O gestor destaca monitoramento contínuo de obras e vendas, com interlocução junto aos desenvolvedores, e cita VGL residencial de 2025 em R$ 292,3 bilhões, alta de 10,6% sobre 2024 pela CBIC.