No relatório mensal de março de 2026 do CLIN11, referente a fevereiro, o valor de mercado das cotas caiu para R$ 399,3 milhões, com cota a R$ 91,88, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 427,7 milhões e cota patrimonial a R$ 98,40. O dividend yield de mercado passou para 12,12% a.a. e o patrimonial para 11,28% a.a., com distribuição de R$ 0,95 por cota, equivalente a 1,03% no mês e 13,14% a.a., superior aos R$ 0,88 e 0,95% de janeiro.
A receita de CRI cresceu para R$ 4.570 mil, total de receitas para R$ 5.220 mil e lucro líquido para R$ 4.860 mil por cota de R$ 1,12, contra R$ 3.488 mil, R$ 3.887 mil e R$ 3.542 mil em janeiro, impulsionada por maior receita com caixa de R$ 440 mil. O ADTV recuou para R$ 1,033 milhão e cotistas subiram para 10.119.
O portfólio manteve 29 operações adimplentes, com alocação de 85,9% do PL, ante 87,3% em janeiro, e caixa em renda fixa subindo para R$ 79 milhões (18,5% do PL). O gestor realizou alocações pontuais de carrego em ativos táticos para rentabilizar o caixa, sem novas compras ou vendas estruturais destacadas, diferentemente da aquisição do CRI Direcional Carteira no mês anterior.
No segmento residencial (41% do PL), a Helbor amortizou quase toda a posição do FII Unidades Autônomas com venda de todas as unidades, prevendo liquidação integral nos próximos meses, contra vendas parciais de 15 de 43 unidades em janeiro. O spread médio IPCA caiu para +10,18% a.a.
O cenário macro registrou corte de 25 bps na Selic para 14,75% a.a., início do ciclo de afrouxamento, mas com inflação altista no IPCA-15 e revisões para cima no Focus devido a incertezas geopolíticas no Oriente Médio. O gestor mantém visão otimista para FIIs em 2026 com queda de juros, destacando ampliação do MCMV para 87,5 mil famílias, e foco na realocação eficiente do caixa em novas oportunidades.